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domingo, 20 de janeiro de 2013
São Sebastião
Padroeiro, protetor, amigo. Rogai a Deus pela nossa Cidade e pelo nosso povo.
Hoje, nossa Arquidiocese celebra a memória do mártir São Sebastião, padroeiro de nossa cidade, herói valoroso da fé, que com férrea coragem enfrentou por duas vezes o martírio em nome de Cristo.
Naquele tempo, o imperador Diocleciano, ao saber que um dos capitães de sua guarda imperial se convertera ao Cristo, tentou obrigá-lo a renunciar à fé. Fiel ao seu novo Senhor, Sebastião prefere morrer a traí-lo. Diocleciano dá, então, a sentença: amarrá-lo em um tronco e flechá-lo até a morte. É recolhido semimorto pelos cristãos, que o levaram para casa e curaram-lhe as feridas. Recuperado, retorna ao imperador para reafirmar sua fidelidade a Cristo. Diocleciano, cheio de cólera, o condena à morte por espancamento. Morto a pauladas, outra cristã recolhe o corpo do herói da fé e o sepulta com a veneração devida aos mártires, nas catacumbas, que haveriam de ser conhecidas pelo seu nome.
São Sebastião continua a nos falar através de sua vida e de sua morte. Ele foi um grande missionário do seu tempo, levando o nome de Jesus a todos, fortalecendo os que estavam cansados e abatidos pela perseguição religiosa daquela época. Que a celebração de sua festa nos fortaleça no testemunho cristão em meio às adversidades da vida; que nem mesmo o desamor, a maldade e a violência possam vencer a nossa fé. Olhando o exemplo de São Sebastião, possamos dizer cada vez mais: "Quem nos separará do amor de Cristo? Pois, se Deus é por nós, quem será contra nós?"
fonte: Folheto da Missa
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Carta de Jesus no Natal
Caros irmãos e irmãs;
Natal é o dia do meu aniversário.
Mas vocês confundiram tudo:
Primeiro, trocaram-me por uma figura fantasiada, barbuda, vermelha a quem chamam Pai Natal;
Segundo, acham que o Natal é o dia para dar e receber presentes: vídeos, bicicletas, jóias, brinquedos, telemóveis...
Engraçado!
O aniversariante sou Eu, e Eu é que deveria receber presentes.
E Eu estou em todas as crianças, no velhinho, no desalojado, no lavrador, no preso, no doente, no menor abandonado, no drogado, no explorado pelo comércio sexual ou outro...!
Ninguém pode dizer que é difícil encontrar-me.
Cá entre nós: Eu não quero presentes, quero-te a ti, sempre. Que sejas tu mesmo o meu presente, como Eu sou o presente de Deus para ti.
Dá-te! Dá a tua presença!
Se há uma lágrima para enxugar, enxuga-a tu.
Se há uma criança para acolher e educar, educa-a.
Se há uma arma para destruir, destroi-a tu mesmo.
Se há uma árvore para plantar, planta-a tu.
Se há um povo para organizar, organiza-o.
Assim Eu serei feliz no Natal, dia do meu aniversário.
Meu abraço,
Feliz Natal!
Jesus Cristo
fonte: http://iluminareaquecer.blogspot.com.br/2012/12/carta-de-jesus-no-natal.html
Natal é o dia do meu aniversário.
Mas vocês confundiram tudo:
Primeiro, trocaram-me por uma figura fantasiada, barbuda, vermelha a quem chamam Pai Natal;
Segundo, acham que o Natal é o dia para dar e receber presentes: vídeos, bicicletas, jóias, brinquedos, telemóveis...
Engraçado!
O aniversariante sou Eu, e Eu é que deveria receber presentes.
E Eu estou em todas as crianças, no velhinho, no desalojado, no lavrador, no preso, no doente, no menor abandonado, no drogado, no explorado pelo comércio sexual ou outro...!
Ninguém pode dizer que é difícil encontrar-me.
Cá entre nós: Eu não quero presentes, quero-te a ti, sempre. Que sejas tu mesmo o meu presente, como Eu sou o presente de Deus para ti.
Dá-te! Dá a tua presença!
Se há uma lágrima para enxugar, enxuga-a tu.
Se há uma criança para acolher e educar, educa-a.
Se há uma arma para destruir, destroi-a tu mesmo.
Se há uma árvore para plantar, planta-a tu.
Se há um povo para organizar, organiza-o.
Assim Eu serei feliz no Natal, dia do meu aniversário.
Meu abraço,
Feliz Natal!
Jesus Cristo
fonte: http://iluminareaquecer.blogspot.com.br/2012/12/carta-de-jesus-no-natal.html
domingo, 4 de novembro de 2012
Cristo Music
Boa tarde pessoal! Bom, hoje quero falar com vocês sobre um evento que eu fui nessa última quinta-feira 01/11/2012, galera, foi demais!!! Nossa foi muito bom mesmo. Não sei se vocês já foram ou até mesmo saibam da existência, já ouviram falar em CRISTOTECA? O que seria isso? Nada mais é do que uma balada católica, ok, mas o que seria uma balada católica?rsrs Balada Católica é uma balada cristã, onde não tem bebidas alcoólicas, drogas, promiscuidade, violência... É um festa para jovens porém sem todas as coisas ruins que as outras festas comuns oferecem a nós. De forma alegre, divertida e descontraída, com muita música e dança os jovens se reúnem para louvar ao Senhor!Houve um momento que foi muito bacana, o Padre entrou com a Hóstia e todos ficaram ao redor em adoração, foi mágico, realmente dava para sentir a presença divina naquele lugar. E nesse momento também teve um testemunho de um jovem, que também foi muito legal. E tudo isso com bastante música. Foi incrível! As músicas foram bem legais, os djs fizeram um remix de algumas músicas católicas, colocaram outras que bem agitadas. Foi super demais.
Ah, antes que eu me esqueça, foi um evento organizado pelos próprios jovens dessa Paróquia. Eles fizeram a decoração (que ficou bem legal), a divulgação, contrataram os djs, a banda e organizaram também uma apresentação de dança Free Step, que foi divertidíssima. Pessoal, o Cristo Music foi muito legal.
Algo a se considerar foi o fato de não ter ocorrido nada de desagradável, nada de ruim, realmente foi algo santo. E outra coisa galera nesses evento temos que ir de acordo com ele não podemos ir com o intuito ruim, de brigar, de arrumar confusão. "Sede Santos, diz o Senhor, como eu sou Santo"(Lv 20,7).
domingo, 19 de agosto de 2012
Let It Be Done Unto Me
Hoje, domingo em que comemoramos a assunção de Nossa Senhora deixei aqui em baixo uma musica de uma cantora católica internacional... sua música fala do "Sim" de Nossa Senhora, quando Deus deu sua missão de ser a Mãe do nosso Salvador. Esse sim que mudou completamente a vida de todas as pessoas na terra e que assim como Nossa Senhora, também nós, digamos sim aos chamados de Deus.
The First Joyful Mystery: The Annunciation
Based on Luke 1:26-38
From the perspective of the Angel Gabriel
The Lord sent me to Mary
As she was praying in the sun.
I said, "Hail Mary, favored one,
The Lord is with you. Mary it is true."
She did not understand.
She said, "Shall I touch the sky
With these small hands?"
A peasant girl from Galilee
Destined to become the Queen of Peace.
And all the heavens and the earth
Stand still in silence,
Waiting for her soul to reply.
She is free to choose:
God will never abuse
The sacred Yes she cannot be denied.
"Let it be done unto me!
With one small yes the world will be redeemed.
What was impossible is now a possibility.
Let it be done unto me!"
"Mary, do not be afraid.
Behold, you will conceive a son
Through whom the world is saved.
Humility will be your throne,
And in your womb our God,
Our God will find a home."
"O Lord, how can this be?
I have not given any man my body's purity!"
"The Spirit will come down,
like once-barren Elizabeth
can now with child be found!"
She said Yes to the Father,
Yes to the unknown,
Yes with all her strength,
Yes to God alone.
The first Holy Communion
Took place that blessed day.
Christ came into her body
When Mary chose to say:
"Let it be done unto me!
With one small yes the world will be redeemed.
What was impossible is now a possibility.
Let it be done unto me!"
fonte: http://www.daniellerose.com/www.daniellerose.com/daniellerose/lyricsac51.html?type=mysteries&sub=Let--It--Be--Done--Unto--Me
The First Joyful Mystery: The Annunciation
Based on Luke 1:26-38
From the perspective of the Angel Gabriel
The Lord sent me to Mary
As she was praying in the sun.
I said, "Hail Mary, favored one,
The Lord is with you. Mary it is true."
She did not understand.
She said, "Shall I touch the sky
With these small hands?"
A peasant girl from Galilee
Destined to become the Queen of Peace.
And all the heavens and the earth
Stand still in silence,
Waiting for her soul to reply.
She is free to choose:
God will never abuse
The sacred Yes she cannot be denied.
"Let it be done unto me!
With one small yes the world will be redeemed.
What was impossible is now a possibility.
Let it be done unto me!"
"Mary, do not be afraid.
Behold, you will conceive a son
Through whom the world is saved.
Humility will be your throne,
And in your womb our God,
Our God will find a home."
"O Lord, how can this be?
I have not given any man my body's purity!"
"The Spirit will come down,
like once-barren Elizabeth
can now with child be found!"
She said Yes to the Father,
Yes to the unknown,
Yes with all her strength,
Yes to God alone.
The first Holy Communion
Took place that blessed day.
Christ came into her body
When Mary chose to say:
"Let it be done unto me!
With one small yes the world will be redeemed.
What was impossible is now a possibility.
Let it be done unto me!"
fonte: http://www.daniellerose.com/www.daniellerose.com/daniellerose/lyricsac51.html?type=mysteries&sub=Let--It--Be--Done--Unto--Me
sábado, 4 de agosto de 2012
FELIZ DIA DO PADRE!!!
Vocês sabem o que significa a palavra padre?
Significa “pai”, assim como o pai cuida de seus filhos o padre cuida daqueles que participam da nossa paróquia para que cresçam como verdadeiros filhos de Deus.
Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus. Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.
O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.
O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias, pedacinhos de pão que se tornam o Corpo de Jesus. Por isso Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida. O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.
Ter um padre em nossas comunidades é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.
Parabéns a todos os padres, que Deus renove diariamente a belíssima vocação a que foram chamados e a qual disseram SIM.
Deus os abençoe e guarde!
fonte: http://pequenogigante.blogspot.com.br/2007/08/mensagem-ao-dia-do-padre.html
Significa “pai”, assim como o pai cuida de seus filhos o padre cuida daqueles que participam da nossa paróquia para que cresçam como verdadeiros filhos de Deus.
Ser padre é ser abençoado e verdadeiramente escolhido por Deus. Sem dúvida nenhuma, somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos como celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores, orientar e acompanhar como somente um pai pode fazer. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação.
O padre, como todos nós podemos ver, é o primeiro missionário de nossa comunidade. Ele está sempre conosco, atendendo as necessidades do povo, instruindo, confortando, visitando famílias, doentes, rezando missas, atendendo os pobres. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Esta vocação pede força e fé. Muita fé.
O padre é sinal de Deus, ele prega a Palavra de Deus e consagra as hóstias, pedacinhos de pão que se tornam o Corpo de Jesus. Por isso Deus chama para a vida sacerdotal quem tem um coração aberto para servir e se desapegar de tantas coisas que para nós, parecem tão importantes. A grande riqueza do padre é Jesus que ele escolheu seguir por toda a vida. O padre precisa de nós tanto quanto nós dele. Precisa do nosso apoio, colaboração e compreensão; precisa do nosso amor, da nossa amizade e de nossas orações, para que Deus lhe dê animo e coragem para seguir confiante e com alegria em sua missão.
Ter um padre em nossas comunidades é uma benção de Deus e isto precisa ser celebrado com muito amor e alegria.
Parabéns a todos os padres, que Deus renove diariamente a belíssima vocação a que foram chamados e a qual disseram SIM.
Deus os abençoe e guarde!
fonte: http://pequenogigante.blogspot.com.br/2007/08/mensagem-ao-dia-do-padre.html
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Um amigo chamado Jesus
quando decidiu fazer uma pausa e observar do altar as pessoas que entravam para orar.
Em seguida, a porta se abriu e um homem adentrou pelo corredor central.
O padre franziu a testa, enquanto o olhava e notava que não se barbeava há algum tempo.
Sua camisa estava esfarrapada e o casaco que usava estava bastante surrado.
O homem se ajoelhou, inclinou sua cabeça, depois se levantou e foi embora.
Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma rotina se repetia.
Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado a marmita com o seu almoço.
A curiosidade do padre crescia, e também um receio de que fosse um assaltante.
Decidiu aproximar-se dele e lhe perguntar:
- O que faz aqui?
O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, em um outro bairro da cidade. O almoço havia sido há meia hora atrás e ele reservava o tempo restante para orar e, assim, encontrar força e poder para enfrentar as labutas da vida.
- Eu fico apenas alguns momentos, entende, porque a fábrica fica muito longe daqui. Enquanto estou aqui, ajoelhado, conversando com o Senhor, é como se Lhe dissesse: - "Eu vim novamente aqui, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tormanos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados.
Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, Jim, só checando.
O padre, sentindo-se um tolo, disse a Jim que estava tudo bem. Ele disse ao homem que ele era bem-vindo e poderia vir à igreja e orar, sempre que desejasse.
- É hora de ir - disse Jim, sorrindo. Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.
O padre se ajoelhou diante do altar, como nunca havia feito antes.
Seu frio coração se derreteu, aquecido pelo amor, e ali teve um encontro com Jesus. Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, em seu coração, ele repetiu a oração do velho Jim:
- Eu vim novamente aqui, Senhor, pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido, desde que nos tornamos amigos e o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje aqui estou eu, só checando.
Um dia, quando passou o meio-dia, o padre notou que o velho Jim não havia vindo. Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado.
Na fábrica, perguntou por ele, descobrindo que estava enfermo. A enfermaria do hospital estava cheia, mas arranjaram uma vaga para ele.
Durante a semana em que Jim esteve com eles, mudou a rotina da enfermaria. Seu sorriso e sua alegria eram contagiantes. Divertir e alegrar as pessoas era o seu prêmio. A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão gentil e simpático como Jim não recebia flores, telefonemas ou cartões de amigos ou parentes, nem mesmo a visita de alguém.
Ao encontrá-lo, o padre se colocou ao lado de sua cama, quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:
- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar. Parecendo surpreso, o velho Jim virou-se para o padre e disse com um largo sorriso:
- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas durante todos os dias em que estive aqui, ao meio-dia, Ele está aqui, um querido Amigo meu, que Se senta bem junto a mim, segura a minha mão, se inclina em minha direção e me diz: "Eu vim só pra lhe dizer, Jim, quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos e eu o livrei de seus pecados. Eu amo ouví-lo quando você ora e penso em você todos os dias. Assim, estou hoje aqui, Jesus, só checando.
Para que você possa sentir Deus segurando-lhe com a palma de Suas mãos e que os anjos lhe protejam!
Jesus disse, "Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai."
Jesus é sempre o melhor amigo!
fonte: http://www.catequisar.com.br/mensagem/reflexoes/08/msn_183.htm
sábado, 30 de junho de 2012
São Pedro e São Paulo
Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena
Bispo de Guarabira(PB)
O dia 29 de junho é o dia da solenidade dos apóstolos São Pedro e São Paulo, colunas da Igreja, que no Brasil é transferida para o domingo seguinte, quando esse dia ocorrer durante a semana, para que todos possam participar da celebração eucarística. O domingo é “Dia do Senhor ressuscitado”, do qual os apóstolos foram testemunhas qualificadas da ressurreição de Jesus Cristo; domingo também é dia de ouvir a Palavra de Deus e de celebrar a Eucaristia, transmitidas a todos pelos apóstolos, e de professar a fé que nos reúne na mesma Igreja fundada sobre o testemunho apostólico. Nesta solenidade, somos convidados a louvar a Deus pela vida e a missão de São Pedro e São Paulo. Duas figuras tão diferentes, que, no entanto se uniram no testemunho de Cristo até a morte. Pedro, o homem volúvel e frágil, mas ao mesmo tempo decidido, recebe uma atenção especial de Cristo. Homem corajoso, que confessa sua fé em Cristo, disposto a acompanhá-lo em sua paixão, caminha sobre as águas, quer defender o seu Mestre, mas ao mesmo tempo tão frágil a ponto de trair o seu Mestre, negando conhecê-lo, por três vezes.
Mas é sobre esta fragilidade fundamentada na fé que Cristo edifica sua Igreja. Paulo, homem zeloso, que passou de perseguidor da Igreja a apóstolo totalmente dedicado à pregação do Evangelho. Temperamento forte e difícil, mas cresce no amor de Cristo, a ponto de poder dizer: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim”. A Solenidade de Pedro e Paulo nos dá ocasião para aprofundar o nosso amor à Igreja e a nossa missão aos povos. Em ambos vemos a nossa missão de discípulos missionários. Eles se doam totalmente à causa da Igreja. A esta mesma vocação somos todos chamados. Importa confiar no Senhor, buscando n’Ele a sua força. Então ainda hoje Deus há de intervir e guiar a Igreja. A nossa fé em Jesus Cristo passa pelos Apóstolos, passa pela Igreja. Cremos numa Igreja una, santa, católica e apostólica. Se Pedro é a coluna da unidade da Igreja e da comunhão na mesma fé, Paulo representa a dimensão missionária da Igreja, enviada para o meio dos povos para lhes comunicar sem cessar o Evangelho. “Ai de mim, se eu não evangelizar!”. Por ocasião desta Solenidade, celebramos o Dia do Papa. Unidos ao atual Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI, a exemplo dos primeiros cristãos que estavam unidos a Pedro, em oração, de modo especial, no momento em que ele mais sofria. “A Igreja rezava continuamente a Deus por ele” (At 12,5).
Nesse dia, também, somos convidados a permanecer unidos ao Santo Padre, rezando por ele. Como sinal de comunhão e de partilha, oferecemos, nas missas da Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, o Óbolo de São Pedro, oferta a ser enviada ao Papa para atender às necessidades da Igreja no mundo inteiro. Em Roma, solenidade comemorada mesmo no dia 29 de junho, onde Pedro e Paulo deram a vida por Cristo e são patronos da cidade, o Papa entrega o pálio aos novos arcebisposdo mundo inteiro, isto é, um pano de lã branca confeccionado com a lã de cordeiros, adornado com seis cruzes e três cravos, símbolo da Paixão. O simbolismo da lã pura sobre os ombros recorda o Bom Pastor que leva as ovelhas consigo, e as cruzes bordadas em lã lembram as chagas de Cristo e sua Paixão salvadora. Revigoremos nossa vida cristã no testemunho no testemunho apostólico para realizarmos hoje a missão que Jesus confiou a eles e também a nós. Sigamos o exemplo destes dois Apóstolos que nos deram as primícias da fé.
fonte: http://oanunciador.com/
domingo, 24 de junho de 2012
São João
Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.
São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.
Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração. Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: "João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre".
O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas: "Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo" (Mateus 3,11).
Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa.
São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.
O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista" (Mateus 11,11).
São João Batista, rogai por nós!
São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.
Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração. Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: "João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre".
O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas: "Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo" (Mateus 3,11).
Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa.
São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.
O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista" (Mateus 11,11).
São João Batista, rogai por nós!
fonte:http://www.facebook.com/#!/jornadamundialdajuventude
quinta-feira, 7 de junho de 2012
CORPUS CHRISTI
O nome
vem do latim e significa Corpo de Cristo. A festa de Corpus
Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o
sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece
numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição
deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou
que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se
transformariam em seu Corpo e Sangue.
"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida.
O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 - 59).
Através
da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz
alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se
entrega por nós.
A
celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a
freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de
que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa
Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo",
estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que
preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a
celebração.
Compôs o
hino Lauda Sion Salvatorem (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e
cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco
continentes. A procissão com a hóstia consagrada conduzida em um ostensório é
datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande
cortejo de ação de graças.
No
Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961,
quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu
até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas
surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A
celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao
Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do
povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento
esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com
o próprio corpo de Cristo.
Durante
a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra,
apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da
comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Origem da festa de Corpus Christi
Todos os católicos reconhecem o valor da Eucaristia. Podemos encontrar vários testemunhos da crença da real presença de Jesus no Pão e no Vinho consagrados na Santa Missa desde os primórdios da Igreja.
Mas, certa vez, no século VIII, na freguesia de Lanciano (Itália), um dos monges de São Basílio foi tomado de grande descrença e duvidou da presença de Cristo na Eucaristia. Para seu espanto, e para benefício de toda a humanidade, na mesma hora a Hóstia consagrada transformou-se em Carne e o Vinho consagrado transformou-se em Sangue. Esse milagre tornou-se objeto de muitas pesquisas e estudos nos séculos seguintes, mas o estudo mais sério foi feito em nossa era, entre 1970/71, e revelou ao mundo resultados impressionantes:
A Carne e o Sangue continuam frescos e incorruptos, como se tivessem sido recolhidos no presente dia, apesar dos doze séculos transcorridos. O Sangue encontra-se coagulado externamente em cinco partes; internamente ele continua líquido. Cada porção coagulada de sangue possui tamanhos diferentes, mas todas possuem exatamente o mesmo peso, não importando se pesadas juntas, combinadas ou separadas. São Carne e Sangue humanos, ambos do grupo sanguíneo AB, raro na população do mundo, mas característico de 95% dos judeus. Todas as células e glóbulos continuam vivos. A Carne pertence ao miocárdio, que se encontra no coração (e este órgão sempre foi símbolo de amor!).
Mas, certa vez, no século VIII, na freguesia de Lanciano (Itália), um dos monges de São Basílio foi tomado de grande descrença e duvidou da presença de Cristo na Eucaristia. Para seu espanto, e para benefício de toda a humanidade, na mesma hora a Hóstia consagrada transformou-se em Carne e o Vinho consagrado transformou-se em Sangue. Esse milagre tornou-se objeto de muitas pesquisas e estudos nos séculos seguintes, mas o estudo mais sério foi feito em nossa era, entre 1970/71, e revelou ao mundo resultados impressionantes:
A Carne e o Sangue continuam frescos e incorruptos, como se tivessem sido recolhidos no presente dia, apesar dos doze séculos transcorridos. O Sangue encontra-se coagulado externamente em cinco partes; internamente ele continua líquido. Cada porção coagulada de sangue possui tamanhos diferentes, mas todas possuem exatamente o mesmo peso, não importando se pesadas juntas, combinadas ou separadas. São Carne e Sangue humanos, ambos do grupo sanguíneo AB, raro na população do mundo, mas característico de 95% dos judeus. Todas as células e glóbulos continuam vivos. A Carne pertence ao miocárdio, que se encontra no coração (e este órgão sempre foi símbolo de amor!).
Mesmo com esse milagre, entre os séculos IX e XIII surgiram grandes controvérsias sobre a presença real de Cristo na Eucaristia. Alguns afirmavam que a ceia se tratava apenas de um memorial que simbolizava a presença de Cristo. Foi somente em junho de 1246 que a festa de Corpus Christi foi instituída, após vários apelos de Santa Juliana, cujas visões solicitavam a instituição de uma festa em honra ao Santíssimo Sacramento. Em outubro de 1264 o Papa Urbano IV estendeu a solenidade para toda a Igreja. Nessa celebração religiosa, o maior dos sacramentos deixados à Igreja mostra a sua realidade: a Redenção.
A Eucaristia é o memorial sempre novo e sempre vivo dos sofrimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo por nós. Mesmo separando Seu Corpo e Seu Sangue, Jesus se conserva por inteiro em cada uma das espécies. É pela Eucaristia, especialmente pelo Pão, sinal do alimento que fortifica a alma, que tomamos parte na vida divina, nos unindo a Cristo e, por Ele, ao Pai, no amor do Espírito Santo. Essa antecipação da vida divina aqui, na Terra, mostra-nos claramente a vida que receberemos no Céu, quando nos for apresentado, sem véus, o banquete da eternidade.
O centro da Celebração Eucarística será sempre a Eucaristia e, por ela, o melhor e o mais eficaz meio de participação no divino ofício. Aumentando a nossa devoção ao Corpo e Sangue de Jesus, como Ele próprio estabeleceu, alcançaremos mais facilmente os frutos da Redenção!
A Eucaristia é o memorial sempre novo e sempre vivo dos sofrimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo por nós. Mesmo separando Seu Corpo e Seu Sangue, Jesus se conserva por inteiro em cada uma das espécies. É pela Eucaristia, especialmente pelo Pão, sinal do alimento que fortifica a alma, que tomamos parte na vida divina, nos unindo a Cristo e, por Ele, ao Pai, no amor do Espírito Santo. Essa antecipação da vida divina aqui, na Terra, mostra-nos claramente a vida que receberemos no Céu, quando nos for apresentado, sem véus, o banquete da eternidade.
O centro da Celebração Eucarística será sempre a Eucaristia e, por ela, o melhor e o mais eficaz meio de participação no divino ofício. Aumentando a nossa devoção ao Corpo e Sangue de Jesus, como Ele próprio estabeleceu, alcançaremos mais facilmente os frutos da Redenção!
domingo, 13 de maio de 2012
Um Deus como amigo
Neste sexto domingo do Tempo Pascal, quando celebramos o Dia das mães, a liturgia nos faz ouvir mais uma parte do longo discurso de despedida quando, logo depois da Última Ceia e pouco antes da sua Paixão, Jesus entrega suas últimas palavras, seu testamento aos discípulos. No texto de hoje, o Senhor nos revela qual o sentido e conteúdo da missão que entrega a todos nós, o amor (ágape). O Pai O enviou para manifestar este amor, agora é Ele mesmo quem nos envia. E não se trata de amar de qualquer maneira, mas amar como Deus ama: "Como o Pai me amou, assim também eu vos amei: amai-vos uns aos outros como eu vos amei."
Nesse amor Jesus nos ensina a olhar os outros com os seus próprios olhos, sem acepção de pessoas, raças, classes ou línguas, como se pode perceber no episódio conhecido como a Conversão de Cornélio, o centurião pagão que pede o batismo a Pedro. Esse amor, cujo fruto é a mais sublime das amizades, ser amigo de Jesus. Esse amor, cujo paralelo mais próximo certamente encontramos no amor de Mãe, cujo dia celebramos.
Todos nós sabemos como os jovens são sensíveis às amizades e como precisam delas para se afirmarem como pessoa. Quando o Santo Padre João Paulo II anunciou em dezembro de 1985, Ano Internacional da Juventude, a criação das Jornadas Mundiais da Juventude, convocando-os para a primeira delas no Domingo de Ramos de 1986, tocava-lhes no fundo do coração: eles haviam descoberto no Papa alguém que os compreendia e que tinha coragem de lhes mostrar onde precisavam melhorar, como um catequista, um verdadeiro e sincero amigo.
No próximo sábado, às 8:00h da manhã, em todas as regiões episcopais de nossa Arquidiocese realizaremos o Simuladão da Catequese. Como é costume nas Jornadas (JMJ), nos reuniremos com nossos jovens. Será uma experiência marcante e um teste para as grandes emoções que viveremos durante a JMJ 2013. Não deixe de participar, procure saber em qual local de sua forania acontecerá o Simuladão.
Nesse amor Jesus nos ensina a olhar os outros com os seus próprios olhos, sem acepção de pessoas, raças, classes ou línguas, como se pode perceber no episódio conhecido como a Conversão de Cornélio, o centurião pagão que pede o batismo a Pedro. Esse amor, cujo fruto é a mais sublime das amizades, ser amigo de Jesus. Esse amor, cujo paralelo mais próximo certamente encontramos no amor de Mãe, cujo dia celebramos.
Todos nós sabemos como os jovens são sensíveis às amizades e como precisam delas para se afirmarem como pessoa. Quando o Santo Padre João Paulo II anunciou em dezembro de 1985, Ano Internacional da Juventude, a criação das Jornadas Mundiais da Juventude, convocando-os para a primeira delas no Domingo de Ramos de 1986, tocava-lhes no fundo do coração: eles haviam descoberto no Papa alguém que os compreendia e que tinha coragem de lhes mostrar onde precisavam melhorar, como um catequista, um verdadeiro e sincero amigo.
No próximo sábado, às 8:00h da manhã, em todas as regiões episcopais de nossa Arquidiocese realizaremos o Simuladão da Catequese. Como é costume nas Jornadas (JMJ), nos reuniremos com nossos jovens. Será uma experiência marcante e um teste para as grandes emoções que viveremos durante a JMJ 2013. Não deixe de participar, procure saber em qual local de sua forania acontecerá o Simuladão.
Quando Deus criou as mães
Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se
acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.
Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.
Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.
Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.
Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.
Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.
Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.
Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.
O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.
Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.
De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.
Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.
Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.
Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.
Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.
Uma mulher. Uma mãe.
* * *
Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.
Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.
FELIZ DIA DAS MÃES!!!!!!
fonte: http://www.reflexao.com.br/mensagem_ler.php?idmensagem=18
Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?
O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.
Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.
Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.
Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.
Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.
Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.
Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.
O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.
Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.
De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.
Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.
Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.
Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.
Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.
Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.
Uma mulher. Uma mãe.
* * *
Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.
Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.
FELIZ DIA DAS MÃES!!!!!!
fonte: http://www.reflexao.com.br/mensagem_ler.php?idmensagem=18
domingo, 29 de abril de 2012
São Marcos
Para comemorar o dia de São Marcos, que foi agora no dia 25 postei essas breves informações sobre esse grande evangelista.Viva São Marcos!!!!!
São Marcos, Apóstolo de Cristo de origem pouco conhecida, autor do segundo dos evangelhos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosa assembléia a orar" (Atos 12,12)
A principal fonte de informações sobre sua vida está no livro Atos dos Apóstolos. Filho de Maria de Jerusalém e primo de Barnabé, já se havia convertido ao cristianismo quando Paulo e Barnabé chegaram a Jerusalém (44) trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia (At 11,30).
Acompanhou Barnabé e Paulo a Antióquia (12,25), na hoje Turquia, onde atuou como auxiliar de Paulo, mas voltou à Jerusalém quando chegaram a Perge, na Panfília. Depois ele e Barnabé teriam embarcado para à ilha de Chipre (13,4-5), na sua primeira viagem apostólica, porém o apóstolo não voltou a ser mencionado nos Atos.
De Chipre passou a evangelizar a Ásia Menor e, em decorrência de alguns conflitos, separou-se de Paulo e Barnabé em Perge (Panfília) e voltou para Jerusalém (13,13).
Voltou a Chipre (50) acompanhado apenas de Barnabé (15,39) e depois foi para Roma como colaborador de Paulo, prisioneiro naquela cidade (Cl 4,10; Fm 24). É possível que tenha deixado Roma antes da perseguição de Nero (64), pois depois (67) o apóstolo de Tarso, prisioneiro pela segunda vez, escrevia a Timóteo pedindo-lhe que levasse consigo, de Éfeso para Roma, o seu discípulo e colaborador, já que este lhe era muito útil em seu ministério (2Tm 4,11). Em Roma, também entrou em contato com Pedro, pois este, dirigindo-se aos fiéis do Ponto, da Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, saúda-as em nome do evangelista, a quem afetuosamente chama de filho (1Pd 5,13). Provavelmente escreveu em Roma o Evangelho (50-70) que traz o seu nome e que compila e reproduz a catequese de Pedro. Seu Evangelho destinou-se aos cristãos provenientes do paganismo e tem um estilo simples e vigoroso e com seus 661 versículos, é o Evangelho menos extenso. No século II, o bispo Pápias de Hierápolis, Anatólia, afirmou que ele teria sido intérprete de São Pedro. Embora sejam parcas as informações sobre o evangélico, é indiscutível sua importante participação nos primeiros tempos da igreja cristã. Na Itália seu nome está ligado à cidade de Veneza, para onde mercadores venezianos provenientes de Alexandria, transportaram o que diziam ser as suas relíquias (828). Seu símbolo como evangelista é o leão e a Igreja Católica festeja seu dia em 25 de abril, data em que o evangelista teria sido martirizado.
Enquanto alguns pesquisadores defendem que São Marcos morreu de causas naturais em Alexandria, no Egito, no ano de 68, outros afirmam que ele foi martirizado.
características:
*cristão em profunda comunhão com Deus e com os irmãos;
*missionário que anuncia e testemunha a boa nova de Jesus;
*articulador de novas comunidades e pastor dedicado ao Reino;
*escritor que procura transmitir ao mundo a vida, obra e ensinamento de Jesus, nosso Salvador, Mestre e Senhor.
fonte : http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_3428.html
São Marcos, Apóstolo de Cristo de origem pouco conhecida, autor do segundo dos evangelhos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosa assembléia a orar" (Atos 12,12)
A principal fonte de informações sobre sua vida está no livro Atos dos Apóstolos. Filho de Maria de Jerusalém e primo de Barnabé, já se havia convertido ao cristianismo quando Paulo e Barnabé chegaram a Jerusalém (44) trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia (At 11,30).
Acompanhou Barnabé e Paulo a Antióquia (12,25), na hoje Turquia, onde atuou como auxiliar de Paulo, mas voltou à Jerusalém quando chegaram a Perge, na Panfília. Depois ele e Barnabé teriam embarcado para à ilha de Chipre (13,4-5), na sua primeira viagem apostólica, porém o apóstolo não voltou a ser mencionado nos Atos.
De Chipre passou a evangelizar a Ásia Menor e, em decorrência de alguns conflitos, separou-se de Paulo e Barnabé em Perge (Panfília) e voltou para Jerusalém (13,13).
Voltou a Chipre (50) acompanhado apenas de Barnabé (15,39) e depois foi para Roma como colaborador de Paulo, prisioneiro naquela cidade (Cl 4,10; Fm 24). É possível que tenha deixado Roma antes da perseguição de Nero (64), pois depois (67) o apóstolo de Tarso, prisioneiro pela segunda vez, escrevia a Timóteo pedindo-lhe que levasse consigo, de Éfeso para Roma, o seu discípulo e colaborador, já que este lhe era muito útil em seu ministério (2Tm 4,11). Em Roma, também entrou em contato com Pedro, pois este, dirigindo-se aos fiéis do Ponto, da Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia, saúda-as em nome do evangelista, a quem afetuosamente chama de filho (1Pd 5,13). Provavelmente escreveu em Roma o Evangelho (50-70) que traz o seu nome e que compila e reproduz a catequese de Pedro. Seu Evangelho destinou-se aos cristãos provenientes do paganismo e tem um estilo simples e vigoroso e com seus 661 versículos, é o Evangelho menos extenso. No século II, o bispo Pápias de Hierápolis, Anatólia, afirmou que ele teria sido intérprete de São Pedro. Embora sejam parcas as informações sobre o evangélico, é indiscutível sua importante participação nos primeiros tempos da igreja cristã. Na Itália seu nome está ligado à cidade de Veneza, para onde mercadores venezianos provenientes de Alexandria, transportaram o que diziam ser as suas relíquias (828). Seu símbolo como evangelista é o leão e a Igreja Católica festeja seu dia em 25 de abril, data em que o evangelista teria sido martirizado.
Enquanto alguns pesquisadores defendem que São Marcos morreu de causas naturais em Alexandria, no Egito, no ano de 68, outros afirmam que ele foi martirizado.
características:
*cristão em profunda comunhão com Deus e com os irmãos;
*missionário que anuncia e testemunha a boa nova de Jesus;
*articulador de novas comunidades e pastor dedicado ao Reino;
*escritor que procura transmitir ao mundo a vida, obra e ensinamento de Jesus, nosso Salvador, Mestre e Senhor.
fonte : http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_3428.html
domingo, 22 de abril de 2012
Jornadas, encontro com o Senhor
Já era quase noite naquele primeiro dia da semana, em que a morte fora vencida pelo Senhor da vida, a quem o livro do Apocalipse chama de O VIVENTE. Reunidos no Cenáculo, os Onze recordam os últimos acontecimentos : o Senhor aparecera a Simão e ao discípulo amado, há pouco haviam retornado aqueles dois que, desiludidos e decepcionados, tinham resolvido abandonar o grupo rumo a Emaús.
Neste instante, Cristo Ressuscitado aparece no meio deles e é tanta a alegria que lhes invade o coração que eles nem podiam acreditar naquilo que viam com os próprios olhos.
Para provar-lhes de que não se tratava de um fantasma, o Senhor lhes pergunta: tendes algo para comer? E comeu com eles... Este gesto comporta vários significados e interpretações: Jesus quereria mostrar que não se tratava de um fantasma, que sua ressurreição é algo concreto. Poderíamos interpretá-lo também numa chave eucarística, o banquete pascal por excelência. No entanto, não podemos nos esquecer da dimensão festiva, quotidiana. A Páscoa desemboca naquilo que há de mais natural, mais humano: comer juntos, festejar, transformando a convivência do dia a dia em celebração. Eles de fato tinham um grande motivo para celebrar!
As Jornadas Mundiais da Juventude surgem desse desejo: celebrar a fé. Sob o influxo do Concilio Vaticano II, os chamados Movimentos e Novas Comunidades, como os Focolarinos , Comunhão e Libertação, Comunidade de Santo Egidio, Neo Catecumenato, Beatitude, Renovação Carismática, entre outros, atraem multidões de jovens desejosos de encontrar respostas para suas inquietações interiores, e celebrar a fé comum. Os grandes encontros são uma marca destas comunidades. Em Loreto, Rímine, nas chamadas Mariápoles, percebe-se o desejo de celebrar juntos a beleza da fé. Naquele inesquecível Domingo de Ramos de 1994, no Jubileu da Juventude em Roma, uma multidão de jovens exprime um desejo ao Santo Padre: que esta experiência continuasse.
Neste instante, Cristo Ressuscitado aparece no meio deles e é tanta a alegria que lhes invade o coração que eles nem podiam acreditar naquilo que viam com os próprios olhos.
Para provar-lhes de que não se tratava de um fantasma, o Senhor lhes pergunta: tendes algo para comer? E comeu com eles... Este gesto comporta vários significados e interpretações: Jesus quereria mostrar que não se tratava de um fantasma, que sua ressurreição é algo concreto. Poderíamos interpretá-lo também numa chave eucarística, o banquete pascal por excelência. No entanto, não podemos nos esquecer da dimensão festiva, quotidiana. A Páscoa desemboca naquilo que há de mais natural, mais humano: comer juntos, festejar, transformando a convivência do dia a dia em celebração. Eles de fato tinham um grande motivo para celebrar!
As Jornadas Mundiais da Juventude surgem desse desejo: celebrar a fé. Sob o influxo do Concilio Vaticano II, os chamados Movimentos e Novas Comunidades, como os Focolarinos , Comunhão e Libertação, Comunidade de Santo Egidio, Neo Catecumenato, Beatitude, Renovação Carismática, entre outros, atraem multidões de jovens desejosos de encontrar respostas para suas inquietações interiores, e celebrar a fé comum. Os grandes encontros são uma marca destas comunidades. Em Loreto, Rímine, nas chamadas Mariápoles, percebe-se o desejo de celebrar juntos a beleza da fé. Naquele inesquecível Domingo de Ramos de 1994, no Jubileu da Juventude em Roma, uma multidão de jovens exprime um desejo ao Santo Padre: que esta experiência continuasse.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Mensagem de Páscoa
"Ide depressa e dizei aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos."(Mt 28,7)
Eis o anúncio dos anjos às mulheres que foram ver o túmulo de Jesus ao amanhecer do primeiro dia da semana. O silencioso sábado que sucedeu o sepultamento do Senhor havia passado. A perplexidade diante da sua morte e do aparente fracasso de tantas expectativas para o futuro era agora substituída pelo grande clamor da alegria pascal: "Cristo ressuscitou. Aleluia!"
O brilho daquela aurora definitiva desfez todas as trevas da dor, da angústia e da dúvida. Os que esperavam confiantes na promessa do Senhor viram o túmulo vazio, atestando que Ele já não estava ali, mas havia ressuscitado como prometera (cf. Mt 28,6).
O anúncio desta realidade se repete pelos séculos afora - "Ide depressa e dizei aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos" - e passa através das gerções, de discípulo para discípulo assim como as velas da Vigília Pascal vão se acendendo umas às outras.
Hoje, como discípulos missionários, somos herdeiros da benção e, ao mesmo tempo, da missão. É preciso continuar vencendo as trevas da dúvida pela graça da fé, o tédio da falta de sentido para a vida pelo entusiasmo de um ideal sempre novo, a cultura da morte pela experiência da ressurreição.
Nós, que vivemos o ano do discipulado em nossa Arquidiocese e nos preparamos para o Ano da Fé, pedido pelo Papa Bento XVI, enquanto vivenciamos toda a expectativa da Jornada Mundial da Juventude, somos chamados a "ser" sinal de Ressurreição para todas as situações que a grande cidade vive. Tivemos acontecimentos que nos machucaram logo no início deste ano, mas também experimentamos a esperança da superação pascal. Que agora, ao celebrarmos a Páscoa , todos nós façamos Páscoa: vivamos essa passagem da morte para a vida, do pecado para a graça! Anunciemos sempre como a grande novidade de todos os tempos: Jesus Ressuscitou e nós somos testemunhas!
Tomemos para nós este convite dos anjos e vamos depressa dizer ao mundo que Jesus ressuscitou e que esta é a causa da nossa alegria! Se nos comprometermos com este anúncio, não apenas teremos a melhor e mais santa Páscoa, como nossa vida terá um permanente sentido pascal, em que tudo se faz renovado!
Desejo a cada um dos caríssimos amigos da Arquidiocese que a luz pascal ilumine suas vidas e ideais! Sejamos o eco de tantas gerações de cristãos que O encontraram e testemunhemos com a vida a grande novidade pascal. Que ressoe novamente em nossos dias, nos corações dos que creem em Cristo, como sempre ressoará em todos os tempos: Cristo ressuscitou! Aleluia! Verdadeiramente Ressuscitou, Aleluia!
D. Orani João Tempesta
Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro
Eis o anúncio dos anjos às mulheres que foram ver o túmulo de Jesus ao amanhecer do primeiro dia da semana. O silencioso sábado que sucedeu o sepultamento do Senhor havia passado. A perplexidade diante da sua morte e do aparente fracasso de tantas expectativas para o futuro era agora substituída pelo grande clamor da alegria pascal: "Cristo ressuscitou. Aleluia!"
O brilho daquela aurora definitiva desfez todas as trevas da dor, da angústia e da dúvida. Os que esperavam confiantes na promessa do Senhor viram o túmulo vazio, atestando que Ele já não estava ali, mas havia ressuscitado como prometera (cf. Mt 28,6).
O anúncio desta realidade se repete pelos séculos afora - "Ide depressa e dizei aos discípulos que Ele ressuscitou dos mortos" - e passa através das gerções, de discípulo para discípulo assim como as velas da Vigília Pascal vão se acendendo umas às outras.
Hoje, como discípulos missionários, somos herdeiros da benção e, ao mesmo tempo, da missão. É preciso continuar vencendo as trevas da dúvida pela graça da fé, o tédio da falta de sentido para a vida pelo entusiasmo de um ideal sempre novo, a cultura da morte pela experiência da ressurreição.
Nós, que vivemos o ano do discipulado em nossa Arquidiocese e nos preparamos para o Ano da Fé, pedido pelo Papa Bento XVI, enquanto vivenciamos toda a expectativa da Jornada Mundial da Juventude, somos chamados a "ser" sinal de Ressurreição para todas as situações que a grande cidade vive. Tivemos acontecimentos que nos machucaram logo no início deste ano, mas também experimentamos a esperança da superação pascal. Que agora, ao celebrarmos a Páscoa , todos nós façamos Páscoa: vivamos essa passagem da morte para a vida, do pecado para a graça! Anunciemos sempre como a grande novidade de todos os tempos: Jesus Ressuscitou e nós somos testemunhas!
Tomemos para nós este convite dos anjos e vamos depressa dizer ao mundo que Jesus ressuscitou e que esta é a causa da nossa alegria! Se nos comprometermos com este anúncio, não apenas teremos a melhor e mais santa Páscoa, como nossa vida terá um permanente sentido pascal, em que tudo se faz renovado!
Desejo a cada um dos caríssimos amigos da Arquidiocese que a luz pascal ilumine suas vidas e ideais! Sejamos o eco de tantas gerações de cristãos que O encontraram e testemunhemos com a vida a grande novidade pascal. Que ressoe novamente em nossos dias, nos corações dos que creem em Cristo, como sempre ressoará em todos os tempos: Cristo ressuscitou! Aleluia! Verdadeiramente Ressuscitou, Aleluia!
D. Orani João Tempesta
Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro
domingo, 1 de abril de 2012
Domingo de Ramos
A atitude das pessoas contemporâneas de Jesus, que o festejaram na sua entrada em Jerusalém e depois o abandonaram à mercê de seus algozes, se assemelha, muitas vezes, a atitudes de cada um de nós que louvamos a Cristo e nos enchemos de boas intenções para seguir os seus ensinamentos e, ao primeiro obstáculo, nos deixamos levar pelo desânimo, ou pelo egoísmo, ou pela falta de solidariedade e, mais uma vez, alimentamos o sofrimento de Jesus.A Festa de Ramos com hosanas e saudações, prefigura a vitória de Cristo sobre a morte e o pecado, mas a hora definitiva ainda chegará. Jesus vai ao encontro da paixão com plena consciência e aceitação livre. Tem o poder de solicitar legiões de anjos que venham em seu auxílio, mas renuncia ao uso deste poder. Ele veio trazer a paz ao mundo, escolhe o caminho da humildade, a vontade do Pai se realizando.
Jesus entra em Jerusalém em clima de festa. Parece que Ele quer mesmo isso porque arma a cena que reproduz direitinho a profecia de Zacarias (o rei dos judeus virá como rei pacífico, montado num jumentinho, não numa montaria de guerra). É aquela aclamação. O povo festejava na expectativa de ter finalmente o prometido descendente de Davi, que ia reconduzir Israel a uma situação de vitória até maior do que as glórias idealizadas do passado. "Hosana ao filho de Davi", clamavam. E a lembrança das promessas feitas à dinastia de Davi alimentava certa imagem do Messias. O problema é que essa imagem de Messias poderoso, invencível, não ia combinar bem com o que aguardava Jesus pouco tempo depois.
Entre a entrada festiva como rei em Jerusalém e o deboche da flagelação, da coroação de espinhos e da inscrição na cruz (Jesus de Nazaré, rei dos Judeus), somos levados a pensar: Que tipo de rei o povo queria? E que tipo de rei Jesus de fato foi?
O povo ansiava por um Messias, mas cada um o imaginava de um jeito: poderia ser um rei, um guerreiro forte que expulsasse os romanos, um “ungido de Deus” capaz de resolver tudo com grandes milagres... É verdade que havia também textos que falavam no Messias sofredor, que iria carregar os pecados do povo. Mas essa idéia tão estranha não tinha assim muito apelo. Talvez o povo pensasse como muita gente de hoje: “de sofredor, já basta eu, quero alguém que saiba vencer”.
Deus, como de costume, exagera na surpresa. O Messias, além de não vir alardeando poder, entra na fila dos condenados. Para quem não olhasse a história com os olhos de hoje, não haveria muita diferença entre as três cruzes no alto do monte Calvário.
Domingo de Ramos é o portal de entrada da Semana Santa. Para as comunidades cristãs, esta semana maior sempre será um confronto com o problema do mal no mundo. Muito sofrimento. Além das catástrofes naturais, há no mundo muita opção de morte, desde a violência da guerra, o terrorismo, a violência urbana, a morte pela fome e as deficiências até a violência contra a própria natureza.Qual a saída? A guerra preventiva para vencer o terrorismo com o terrorismo? A imposição da idolatria do capital contra o império do mal?Ou a saída, certamente a mais difícil, não será a da proposta do Evangelho, que passa pelo mistério da paixão, morte e ressurreição do Senhor? Muitas vezes Jesus caminha ao nosso encontro e nós não o reconhecemos.
Tenhamos a coragem de viver estes dias da Paixão meditando os sofrimentos de Cristo, que são os nossos sofrimentos para vencermos a morte na alegria da Ressurreição.
fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/eurico/220.htm
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
100º POST :D
Olá pessoal,estou aqui de novo para agradecer pelas visitas e para comemorar o 100º POST do blog.E esse post não podia ser fraco e desinteressante por isso postei um texto e fotos lindas para vocês espero que gostem,fiquem com Deus!
SEMEAR
Dona Angélica era professora. Residia em uma pequena cidade e dava aulas numa vila próxima.
Não era considerada uma pessoa equilibrada em razão do seu comportamento,que parecia um tanto esquisito.
Os alunos da escola de primeiro grau tinham-na como uma pessoa muito estranha.
Eles observavam que a professora, nas suas viagens de ida e volta do lar à escola, fazia gestos e movimentos com as mãos, que não conseguiam entender, e por esse motivo, pensavam que ela era meio fora do juízo.
Pela janela do trem, dona Angélica fazia acenos como se estivesse dizendo adeus a alguém invisível aos olhos de todos.
As crianças faziam zombarias, criticavam-na, mas ela não sabia, pois os comentários eram feitos às escondidas.
Todos, inclusive os pais e demais professores, achavam que ela era maluca, embora reconhecessem que era uma excelente educadora.
Os anos se passavam e a situação continuava a mesma.
Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.
Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.
Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.
Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.
Os alunos sentados na parte de traz sorriam maliciosamente quando Alberto, seu aluno de dez anos, sentou-se ao seu lado e, com ternura lhe perguntou:
- Professora, porque você insiste em continuar com essas atitudes loucas?
- Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.
- Ora, professora - continuou ele,- você fica abanando as mãos para os animais ou... Isso não é loucura?
A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada, chamou a atenção do aluno, dizendo:
- Veja minha bolsa - e apontou para a intimidade do objeto de couro forrado.
- Nota o que há aí dentro?
- Sim - respondeu Alberto.
- Eu vejo que há algo aí, mas o que é isso ?
A professora respondeu calmamente:
- É pólen de flores. São pequenas sementes...
- Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola.
A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.
- Eu tive a idéia de a embelezar, semeando flores.
Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de
belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela...
- Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem.
- Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida.
Há flores de diversos tipos e suave perfume que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.
Retirado e adptado do livro infantil "O Semeador"
Na vida, todos somos semeadores...
Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos.
Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas.
Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal...
Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto...
Tentamos com nossas mensagens semear sorrisos...
Venha Sorrir !!! você também...!!!
Várias gerações receberam, da bondosa e dedicada professora, ensinamentos valiosos e abençoados.
Dona Angélica era uma pessoa de boas maneiras, calma e gentil, mas não muito bem compreendida.
Envelhecia no exercício do dever de preparar as crianças para um futuro melhor, com espírito de abnegação e devotamento quase maternal.
Certo dia em que viajava para sua querida escola, com diversas crianças na mesma classe do trem, movimentava, como sempre, as mãos para fora da janela.
Os alunos sentados na parte de traz sorriam maliciosamente quando Alberto, seu aluno de dez anos, sentou-se ao seu lado e, com ternura lhe perguntou:
- Professora, porque você insiste em continuar com essas atitudes loucas?
- Que deseja dizer, filho? Interrogou, surpresa, a bondosa senhora.
- Ora, professora - continuou ele,- você fica abanando as mãos para os animais ou... Isso não é loucura?
A mestra amiga compreendeu e sorriu. Sinceramente emocionada, chamou a atenção do aluno, dizendo:
- Veja minha bolsa - e apontou para a intimidade do objeto de couro forrado.
- Nota o que há aí dentro?
- Sim - respondeu Alberto.
- Eu vejo que há algo aí, mas o que é isso ?
A professora respondeu calmamente:
- É pólen de flores. São pequenas sementes...
- Há quase vinte anos eu passo por este caminho, indo e vindo da escola.
A estrada, antes, era feia, árida, desagradável.
- Eu tive a idéia de a embelezar, semeando flores.
Desse modo, de quando em quando, reúno sementes de
belas e delicadas flores do campo e as atiro pela janela...
- Sei que cairão em terra amiga e, acarinhadas pela primavera, se transformarão em plantas a produzirem flores, dando cor e alegria à paisagem.
- Como você pode perceber, a paisagem já não é mais árida.
Há flores de diversos tipos e suave perfume que a brisa se encarrega de espalhar por todos os lados.
Retirado e adptado do livro infantil "O Semeador"
Na vida, todos somos semeadores...
Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos.
Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas.
Ninguém vive sem semear, seja o bem, seja o mal...
Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes de amor, de bondade, de afeto...
Tentamos com nossas mensagens semear sorrisos...
Venha Sorrir !!! você também...!!!
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