domingo, 10 de fevereiro de 2013

Por que a masturbação é pecado?


Um assunto polêmico devido à proliferação da promiscuidade, que vem através de todos os meios de comunicação incentivando os jovens e o povo em geral. Hoje tudo passa a ser normal, sem culpabilidade nenhuma e a perda da noção de pecado. Por outro lado, médicos e psicólogos – sem conhecimento de causa – dizem que é normal a prática da masturbação, sem sequer pensar nos danos morais, psicológicos causados na vida das pessoas.
Por masturbação se deve entender a excitação voluntária dos órgãos genitais a fim de conseguir um prazer venéreo. "Na linha de uma tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmaram, sem hesitação, que a masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado". Qualquer que seja o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade. Aí o prazer sexual é buscado fora da "relação sexual exigida pela ordem moral, que realiza, no contexto de um amor verdadeiro, o sentido integral da doação mútua e da procriação humana. Para formar um justo juízo sobre a responsabilidade moral dos sujeitos e orientar a ação pastoral, dever-se-á levar em conta a imaturidade afetiva, a força dos hábitos contraídos, o estado de angústia ou outros fatores psíquicos ou sociais que minoram ou deixam mesmo extremamente atenuada a culpabilidade moral” (Catecismo da Igreja Católica - CIC 2352).
Não podemos fechar os olhos que a masturbação muitas vezes pode causar danos psicológicos, patológicos ou de compulsão sexual. Levando a quem a pratica a fechar-se em si mesmo como fuga. Podendo assim usar esse meio como válvula de escape para fugir dos problemas e das tensões. Muitas vezes, os relacionamentos afetivos mal resolvidos podem levar à prática da masturbação pela falta de amor de pai, mãe, abusos sexuais, fobias, etc.. Isso quer dizer que em muitos casos é necessária a ajuda psicológica para que se consiga abandonar esse vício.
Os próprios psicólogos não deixam de apontar os perigos inerentes à masturbação, os quais se manifestam com relativa facilidade quando esta se converte em um hábito adquirido. O risco de permanecer em um estágio narcisista, com a excessiva genitalização do sexo, – com sua utilização como uma droga para escapar a outros compromissos ou convertê-lo em analgésico para encobrir outros problemas – essas são as conseqüências apontadas com maior freqüência por esses profissionais, mesmo quando ela não se apresenta como sintoma de um desajuste mais profundo (fonte: www.cleofas.com.br).
Rapazes e moças, e pessoas de outras faixas etárias também, iniciam “ uma prática masturbatória, como tentativa de explorar o próprio corpo e suas reações, ou então, para reagir a uma certa tensão, ou como fechamento auto-suficiente dentro de si, diante do esforço de algumas relações, ou como busca de gratificação, ou como tentativa de reagir a um insucesso, ou como expressão do seu poder sobre o próprio corpo. Como vemos, podem ser, e são realmente, muitas as motivações do gesto masturbatório, e nem mesmo tão ligadas à busca do prazer genital-sexual. Aliás, o ato é, muitas vezes, seguido de uma sensação desagradável e sofrida, e certamente não resolve nenhum problema. Não obstante isso, tal gesto pode tornar-se hábito e resistir muito à tentativa da pessoa de se libertar dele. Ao contrário, instaura-se nela uma tendência a se fechar em si mesma e a não buscar soluções mais adultas para os problemas dos quais nasce o impulso... Finalmente , não existe masturbação apenas física, mas também a intelectual e moral, ou até mesmo religiosa, como expressão de uma atitude egocêntrica ou narcisista, substancialmente, com um eu que gira perdidamente em torno de si mesmo, sem nunca se encontrar, porque a identidade nasce da relação e a positividade do eu vem do amor recebido” (Amadeo Cencini – “Quando a carne é fraca”).
“Orientações educativas para se vencer a masturbação segundo a Congregação para a Educação Católica:
É finalidade de uma autêntica educação sexual favorecer um progresso contínuo no domínio dos impulsos; para se abrir, no tempo oportuno, a um amor verdadeiro e oblativo. Um problema particularmente complexo e delicado que se pode apresentar, é o da masturbação e das suas repercussões no crescimento integral da pessoa.
A masturbação , conforme a doutrina católica constitui, uma grave desordem moral, principalmente porque é uso da faculdade sexual numa maneira que contradiz essencialmente a sua finalidade, não estando ao serviço do amor e da vida conforme o plano de Deus.
Um educador e conselheiro perspicaz deve esforçar-se por individuar as causas do desvio, para ajudar o adolescente a superar a imaturidade que está por baixo deste hábito. Do ponto de vista educativo, é preciso lembrar que a masturbação e outras formas de auto-erotismo, são sintomas de problemas muito mais profundos, os quais provocam uma tensão sexual que o sujeito procura superar recorrendo a tal comportamento.
Este fato exige também a necessidade de que a ação pedagógica seja orientada mais para as causas do que para a repressão direta do fenômeno. Mesmo tendo em consideração a gravidade objetiva da masturbação, use-se da cautela necessária na apreciação da responsabilidade subjetiva. Para ajudar o adolescente a sentir-se acolhido numa comunhão de caridade e arrancado da cela do próprio eu, o educador «deverá tirar todo o drama do fato da masturbação e não diminuir a sua estima e benevolência para com o sujeito»;deverá ajudá-lo a integrar-se socialmente, abrir-se e interessar-se pelos outros, para poder libertar-se desta forma de auto-erotismo, encaminhando-se para o amor oblativo, próprio de uma afectividade madura; ao mesmo tempo o estimulará a recorrer aos meios indicados pela ascese cristã, como sendo a oração e os sacramentos e a empenhar-se nas obras de justiça e de caridade” ( 98,99 e 100).
Padre Reinaldo C. Da Silva
padrereinaldo@cancaonova.com
fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=8792

domingo, 20 de janeiro de 2013

Oração a São Sebastião

São Sebastião, 
corajoso missionário em tempos difíceis, 
testemunha do Evangelho através da própria vida, 
dedicado amigo dos cristãos perseguidos, 
protetor contra a violência, as doenças e as guerras! 
São Sebastião, 
padroeiro de nossa cidade, 
intercedei por nós junto ao 
Pai a fim de que, inspirados por vosso testemunho, 
nos tornemos a cada dia 
firmes no caminho do bem, 
perseverantes na prática das virtudes, 
fiéis mensageiros do amor de Deus, 
construtores da justiça e da paz, 
consolo e ânimo dos que sofrem, 
defensores dos aflitos, 
solidários na dor e nos tormentos, 
instrumentos constantes de evangelização. 
Amém.

São Sebastião


Padroeiro, protetor, amigo. Rogai a Deus pela nossa Cidade e pelo nosso povo.  

 Hoje, nossa Arquidiocese celebra a memória do mártir São Sebastião, padroeiro de nossa cidade, herói valoroso da fé, que com férrea coragem enfrentou por duas vezes o martírio em nome de Cristo.
   Naquele tempo, o imperador Diocleciano, ao saber que um dos capitães de sua guarda imperial se convertera ao Cristo, tentou obrigá-lo a renunciar à fé. Fiel ao seu novo Senhor, Sebastião prefere morrer a traí-lo. Diocleciano dá, então, a sentença: amarrá-lo em um tronco e flechá-lo até a morte. É recolhido semimorto pelos cristãos, que o levaram para casa e curaram-lhe as feridas. Recuperado, retorna ao imperador para reafirmar sua fidelidade a Cristo. Diocleciano, cheio de cólera, o condena à morte por espancamento. Morto a pauladas, outra cristã recolhe o corpo do herói da fé e o sepulta com a veneração devida aos mártires, nas catacumbas, que haveriam de ser conhecidas pelo seu nome.
    São Sebastião continua a nos falar através de sua vida e de sua morte. Ele foi um grande missionário do seu tempo, levando o nome de Jesus a todos, fortalecendo os que estavam cansados e abatidos pela perseguição religiosa daquela época. Que a celebração de sua festa nos fortaleça no testemunho cristão em meio às adversidades da vida; que nem mesmo o desamor, a maldade e a violência possam vencer a nossa fé. Olhando o exemplo de São Sebastião, possamos dizer cada vez mais: "Quem nos separará do amor de Cristo? Pois, se Deus é por nós, quem será contra nós?"

fonte: Folheto da Missa

sábado, 12 de janeiro de 2013

"A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos. 
Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente tá muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.
O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que nEle havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.
Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa (a não ser que sejam pessoas que me amam), porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito."
                                                                      Padre Fábio de Melo

fonte: http://pensador.uol.com.br/autor/padre_fabio_de_melo/

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Carta de Jesus no Natal

Caros irmãos e irmãs; 

Natal é o dia do meu aniversário. 

Mas vocês confundiram tudo:

Primeiro, trocaram-me por uma figura fantasiada, barbuda, vermelha a quem chamam Pai Natal;

Segundo, acham que o Natal é o dia para dar e receber presentes: vídeos, bicicletas, jóias, brinquedos, telemóveis...

Engraçado! 
O aniversariante sou Eu, e Eu é que deveria receber presentes. 
E Eu estou em todas as crianças, no velhinho, no desalojado, no lavrador, no preso, no doente, no menor abandonado, no drogado, no explorado pelo comércio sexual ou outro...!

Ninguém pode dizer que é difícil encontrar-me. 
Cá entre nós: Eu não quero presentes, quero-te a ti, sempre. Que sejas tu mesmo o meu presente, como Eu sou o presente de Deus para ti.

Dá-te! Dá a tua presença! 

Se há uma lágrima para enxugar, enxuga-a tu.

Se há uma criança para acolher e educar, educa-a.

Se há uma arma para destruir, destroi-a tu mesmo.

Se há uma árvore para plantar, planta-a tu.

Se há um povo para organizar, organiza-o.

Assim Eu serei feliz no Natal, dia do meu aniversário.

Meu abraço,

Feliz Natal!

Jesus Cristo


fonte: http://iluminareaquecer.blogspot.com.br/2012/12/carta-de-jesus-no-natal.html

domingo, 2 de dezembro de 2012

O que é Advento?

Então pessoal, como estamos no momento do advento, e algumas pessoas têm dúvidas sobre esse assunto e até mesmo não sabe o que é fiz esse post para dar uma breve explicação, mas sem enrolação vamos lá: ADVENTO significa vinda, chegada, ele é um dos tempos do Ano Litúrgico em que nós esperaramos a Vinda do nosso Salvador. Através do Advento nos preparamos para a chegada de Jesus em dois momentos: Quando ele vier na sua Glória para implantar o Reino definitivamente, e o outro momento é o Natal, seu nascimento. Ou seja é um período de espera e preparação para a Vinda de Jesus.

Para saber mais consulte:
http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/advento/01.htm

Fiquem com Deus!!!