quinta-feira, 12 de julho de 2012

A Escola dos Bichos

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.


O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de
vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.


E assim foi feito, incluíram tudo, mas...
cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.


O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar.
Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,
Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"...
coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não
aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.


O Pássaro voava como nenhum outro, mas o
obrigaram a cavar buracos como uma topeira.
Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.


SABE DE UMA COISA?


Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS.


Não podemos exigir ou forçar para que as
outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.


Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.


RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO.
Rosana Rizzuti

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Tenha fé em Deus, pois Ele confia em você



Dunga
Foto: Robson Siqueira
Acreditar é jamais peder a esperança naquilo que você decidiu seguir. Nós precisamos ter fé, pois a vida vai exigir de nós essa postura ao longo dela. Seja como pai de família, profissional ou amigo, não importa, ela sempre vai cobrar de nós isso. Cabe a nós decidirmos o que realmente é essencial para nós, no que precisamos acreditar.

O segredo do sucesso de cada um de nós está na visão do invisível, pois a fé nada mais é do que isso, acreditar no que não se pode ver e nem mesmo tocar.

Nós precisamos ter fé, e ela se tornará um alicerce onde construiremos toda nossa vida. Assim, quando chegar o momento em que não tivermos visão e estivermos perdidos, nós teremos onde nos apoiar, saberemos onde buscar apoio.

Existe um processo em nossa vida, que é justamente o contrário da formação, que vem das forças infernais, é um processo de deformação. É isso que o mundo quer de você, destruí-lo, para que assim você não tenha em que acreditar.

O pecado tem um cheiro inconfundível, seja o das drogas, da bebida alcoólica ou do sexo. O pai que realmente se preocupa abraça seus filhos assim que estes entram em casa, pois cada filho tem um cheiro inconfundível e, se houver cheiro do pecado, o pai vai saber.

Hoje, Jesus está dando o primeiro passo por você, e o mais incrível é que você não precisa dar um passo sequer. Tudo que precisa é abrir os braços e aceitá-Lo em sua vida. Fazendo isso, pode deixar todo o resto com Ele, pois Ele saberá onde encontrá-lo.

Independente da sua história, da sua trajetória de vida, acredite: Você nasceu para dar certo! Fazer isso depende apenas de você, da sua vontade e, principalmente, da sua fé.

Olhar para essa juventude aqui hoje é o mesmo que olhar para o rosto de Cristo. É preciso encontrar o rosto humano de Deus no próximo, pois só assim encontraremos Deus em nós mesmos.

"O que te livra da AIDS não é a camisinha, o que te livra dela é a castidade", afirma Dunga
Foto: Robson Siqueira

Cada um dos jovens presentes aqui hoje é a esperança do amanhã. Assim como temos esperança e fé em Deus, Ele também acredita em nós e essa esperança de Deus é representada pela juventude, pois é ela que terá a missão de continuar elevando a Igreja.

Você é filho amado do Nosso Senhor, não é possível que os vícios carnais sejam mais fortes que você. Mude seu vício, deixe as drogas, a bebida alcoólica e o sexo e "vicie-se" na comunhão. O Corpo de Cristo é o maior e mais poderoso "vício" que podemos ter. Quem prova d'Ele, de coração aberto, jamais conseguirá deixá-Lo.

Contra tudo isso, nada é mais eficaz que o amor, o amor que sempre perdoa, que nunca mente, que é paciente, o amor que jamais acabará.
fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=2553&pre=7056&tit=Tenha%20f%E9%20em%20Deus,%20pois%20Ele%20confia%20em%20voc%EA

terça-feira, 10 de julho de 2012

Dilma Rousseff emite nota de pesar por morte de Dom Eugenio Sales

A presidente Dilma Rousseff divulgou uma nota lamentando a morte do arcebispo emérito do Rio de Janeiro, Dom Eugênio Araújo Sales. No texto, ela destacou a atuação social do religioso na vida nacional brasileira, citando a Campanha da Fraternidade como exemplo.
"O cardeal dom Eugenio de Araujo Sales deixa seu nome inscrito na história da Igreja Católica pelo relevante papel que desempenhou em toda a sua vida. Em sua trajetória, a preocupação social sempre esteve associada ao trabalho eclesiástico, como bem sintetizam as campanhas da Fraternidade, uma de suas iniciativas que marcam a ação da Igreja em todo o Brasil", diz o comunicado.
Dom Eugenio Sales está sendo velado na Catedral Metropolitana durante toda a terça-feira e o sepultamento está marcado para quarta.

'Dom Eugenio Sales foi exemplo de caridade', define prefeito

Rio - Assim como o governador Sérgio Cabral fez no Estado, o prefeito Eduardo Paes decretou luto oficial de três dias na cidade do Rio pela morte de Dom Eugenio Sales. Arcebispo emérito do Rio, Dom Eugenio faleceu no fim da noite desta segunda-feira.
"Dom Eugenio Sales zelou por nossa cidade durante décadas. Grande homem de Deus, ele será sempre lembrado por sua sabedoria, a força de seus ensinamentos, a perspicácia com que comunicava e defendia sua fé e o exemplo de caridade nos anos mais difíceis da história brasileira. Que ele continue protegendo e abençoando o Rio e os cariocas", diz a nota divulgada pela Prefeitura.
Dom Eugenio morreu de causas naturais por volta das 23h30 desta segunda, no Palácio Apostólico do Sumaré, na Floresta da Tijuca. O corpo do arcebispo emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro, de 91 anos, será velado a partir da manhã desta terça-feira na Catedral, onde será enterrado.
Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet
Natural de Acari, interior do Rio Grande do Norte, Dom Eugenio foi um dos brasileiros que mais ocupou funções no Vaticano — 11 cargos nas congregações, conselhos e comissões. O cardeal teve o nome indicado para ser candidato a Papa após a morte de João Paulo I, em 1979.

Dom Eugenio marcou sua trajetória nos 30 anos em que ficou à frente da Arquidiocese do Rio como um autêntico peregrino da paz. Ele criou as pastorais do trabalhador, das favelas, das domésticas, da saúde, do menor, entre outras.

Em 67 anos dedicados à Igreja, o cardeal foi rotulado tanto como líder conservador quanto como “bispo vermelho”, por ter, no início do sacerdócio, ajudado a criar os primeiros sindicatos rurais no Rio Grande do Norte.Uma passagem importante da sua história, Dom Eugenio desafiou a ditadura militar no Brasil e na Argentina. Ele abrigou no Rio mais de quatro mil pessoas perseguidas pelos regimes militares do Cone Sul, entre 1976 e 1982.

Para assegurar o serviço prestado pela Arquidiocese, Dom Eugenio determinou que o “atendimento fosse realizado no Palácio São Joaquim e que apartamentos fossem alugados em nome da Mitra Arquiepiscopal do Rio. Dom Eugenio organizou as visitas do Papa João Paulo II ao país, em 1980 e 1987.

fonte: http://odia.ig.com.br/portal/rio/dom-eugenio-sales-foi-exemplo-de-caridade-define-prefeito-1.461036

domingo, 8 de julho de 2012

Jornada e Conversão

O caminho escolhido por Deus em seu filho Jesus Cristo é certamente desconcertante aos olhos do mundo. Nasce na pobreza de Belém, vive na mais desolada região do mundo, como Tácito, o grande historiador do Império Romano, chamava a Galileia, escolhe homens simples como discípulos, e é condenado à morte e executado entre malfeitores. É bem verdade que sua fama chega à sua cidade natal, Nazaré, justamente pelos milagres e prodígios que realiza na vizinha Carfanaum. De fato, eles se perguntam: De onde vem esse poder? Por isso, entre um misto de expectativa e desdenho, quase que exigem que Ele realize na terra natal os milagres que fizera na, quem sabe rival, cidade vizinha. No entanto, uma coisa é falar de Deus; outra é experimentar um verdadeiro encontro pessoal com Ele. Uma coisa é falar de fé, outra bem diferente é crer. É fácil dizer-se cristão, outra é sê-lo de fato. A reação seria a pior possível. Eles simplesmente não conseguem tolerar e aceitar que um deles, um simples carpinteiro da cidade, seja revestido da presença de Deus. Por isso, rejeitaram Jesus. Tinham o coração fechado. E, cegos de inveja, não experimentaram em Jesus o Deus que, mais do que no poder, se revela na humildade e no amor. Diante da repulsa, Jesus não reage com a força ou o castigo. Ameaçado pelos conterrâneos, que procuram matá-lo, Ele segue seu caminho. É o mistério da liberdade. Deus não arromba a porta, mas bate e espera que a abram.

Durante a celebração da Vigília da Jornada Mundial da Juventude em 1997, no Hipódromo de Longchamps, em Paris, um grupo de jovens recebia das mãos do Santo Padre os sacramentos da iniciação cristã: o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia. No semblante daqueles Jovens, podia-se descobrir a beleza da fé, adesão livre ao Deus que se revela na simplicidade de um coração que se lhe deixa abrir como sua morada. C onta-se que, visitando a Universidade de Paris, em meio a uma multidão de jovens, um rapaz grita ao Papa: "Santo Padre, reze por mim, eu perdi a fé!" João Paulo II se volta e, diante daquele moço, simplesmente traça-lhe na fronte o sinal da Cruz. Os presentes nunca mais esqueceriam aquela cena. Caindo de joelhos, o jovem redescobre a fé, no gesto simples e humilde da Cruz do Senhor.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Fé dos jovens

Dias atrás estava conversando com um grupo de jovens, quando o animador do grupo me falou: “Brother, por que será que nossos jovens de hoje não têm mais fé?” A pergunta me pegou de surpresa. Fiquei pensando por vários minutos antes de responder. Então lhe disse: na verdade podemos considerar três hipóteses: a) Ou ele nunca teve fé; b) ou manifesta a sua fé à sua maneira c) ou de fato a perdeu. Não levei o assunto mais adiante, pois acredito que isso levaria um bom tempo.

Mas o tema não saiu de minha cabeça. Por isso, a minha reflexão de hoje vai refletir sobre esse tema tão delicado e tão pouco refletido no meio juvenil. Convido você jovem, a refletir comigo e ao mesmo tempo fazer um exame de consciência para que você possa identificar em qual das três hipóteses você se encaixa. Você topa esse desafio? Então vamos nessa!

Os jovens de hoje são como cristais: parecem fortes, mas ao invés são frágeis; duros e maduros, mas às vezes delicados e imaturos; agressivos e corajosos e às vezes fracos e medrosos. Sabemos muito bem que em suas cabeças perpassam muitas dúvidas em relação ao futuro, aos estudos, a família e também a fé não fica de fora. Por mais duro de coração que um jovem aparenta ser, na realidade existe uma ternura muito grande escondida em seu coração.

Diante das mudanças de nossa sociedade o jovem é vitima do encantamento por tudo aquilo que é material, palpável, consumível. Vai em busca de um falso prazer oferecido pela sociedade de consumo e com facilidade troca o abstrato pelo concreto.

É neste “entrevero” que encontramos nossos jovens. Já escutei alguns jovens falarem: “eu tenho fé, mas não vou à missa, pois o padre é muito chato”. Mas afinal de conta, onde o jovem baseia a sua vida cristã? Na figura do padre ou na figura de Jesus Cristo? Entramos então na discussão da hipótese de que o jovem de hoje tem fé, mas vive de maneira diferente. Sua fé, quem sabe, consiste em acreditar num Deus que está ao nosso lado, pronto e disposto a nos ajudar nos momentos de dificuldades. Basta rezar um pai-nosso e Ele vem em nosso auxílio.

Será? Seria mais fácil para um jovem dizer eu não acredito em Deus, ou, eu não tenho fé, simplesmente para justificar o seu comodismo diante do seu compromisso de cristão, assumido pelos padrinhos no seu batismo e depois assumido por ele mesmo na crisma? Ou a falta de fé do jovem não passa de uma forma de não se expor diante de uma sociedade ou de um grupo de amigo que acha isso careta e ultrapassado? A fé, não é só acreditar ou não acreditar. A fé é um compromisso público, que se assumie enquanto cristão e por isso devemos vivê-la e demonstrá-la sem medo de ser feliz.

Quantas vezes, em sala de aula, nosso professor perguntou: quem foi na missa domingo? E ficamos quietos por vergonha ou medo de ser ridicularizado pelos colegas? Se você faz parte de um grupo de jovem, quantas vezes você escondeu isso de seus amigos? Quando alguém fala mal da nossa religião, ou mesmo diz blasfêmias sobre Jesus e Deus o que fazemos? Não temos medo, muitas vezes, de defender nossa fé, nossa religião? Por isso, ter fé é defender as nossas crenças e participar ativamente de tudo o que nos fortalece em nossa crença e nos faz amar cada vez mais a Deus e ao próximo. Ter fé é não ter vergonha de ser cristão. Ter fé é poder dizer a todos que participa de um grupo de jovens. Ter fé é poder dizer que faz atos solidários. Ter fé é dizer que vai à missa ou no culto. Ter fé é amar a todos com igualdade.

Ter fé é ter coragem de defender a nossa religião. Ter fé é acreditar nas palavras de Cristo, nas palavras de Deus, muito mais do que na forma como o padre ou pastor orienta os seus fiéis na hora da celebração. Enfim, ter fé é poder dizer: EU ACREDITO NA VIDA e todos nós sabemos que essa VIDA é DEUS.

Agora, aquela pergunta que alguém me fez um dia eu faço a você, jovem leitor: você já teve fé um dia? Você já teve e a perdeu? Ou você vive e manifesta a sua fé de forma diferente? Como você vive a sua fé? Em que situação você se encontra? Medo ou vergonha de manifestar publicamente a sua fé? O que te impede de vivenciar concretamente a sua fé? O que precisa mudar em sua vida?

Eis a parada deste mês: demonstrar a todos a nossa fé verdadeira. Você está disposto a ser um jovem de fé? Vamos adiante então, sem medo de ser feliz. Cristo conta com você.

"Andá com fé eu vou Que a fé não costuma faiá." (Gilberto Gil)

Autor: Ir. João Batista Pereira
fonte: http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_canal=31&cod_noticia=17063

terça-feira, 3 de julho de 2012

“Jovens, como o Pai me enviou, assim eu vos envio”

Convido vocês, jovens, a refletirmos juntos sobre esta grande certeza de nossa fé: A Ressurreição.


Tomando o texto de Jo. 20, 19-22, cujo tema é “Jesus ressuscitado está vivo na comunidade”, gostaria de tecer três pontos.


Vencer o medo

Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou...

Muitas vezes a nossa juventude peca por omissão; tendo medo de anunciar Jesus ressuscitado, se fecham nos seus grupos como se fossem detentores únicos da fé. Este medo deve ser a primeira barreira a ser superada, pois por maior que sejam as justificativas não somos isolados, não somos ilhas. Por mais que sejamos ameaçados por diversas formas, a verdade e justiça não podem se reduzir a um grupo.

Assim, quando fazemos a experiência do encontro, da intimidade com Cristo, não temos medo de anunciá-lo, de divulgá-lo. O namorado não tem vergonha de apresentar a namorada aos colegas, mesmo se esta não é simpática a eles, será por quê? Claro, porque há um amor que o faz superar qualquer vergonha, há uma experiência já vivida de conhecimento e aproximação e quando a pessoa entra na vida dele, já se perde o medo.

Um dos maiores medos dos jovens hoje é o medo de perder. Perder a liberdade, pois, para fazer uma opção por Ele, deve-se ter em conta alguns quesitos como o proposto para o jovem rico: Vai, vende tudo o que tem e me siga.

A Confiança
(...) Ficou no meio deles e disse: “A Paz esteja com vocês”. Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então, os discípulos ficaram contentes por ver o Senhor.

Imaginemos que estamos conversando com os amigos, tristes porque em um acidente de carro estamos com um dos nossos amigos no hospital correndo risco de morte, e somos surpreendidos com a notícia que aquele amigo está bem. Então a alegria é irradiada.

Os discípulos passaram por uma situação semelhante a esta, passaram do medo de ter perdido o grande mestre, para a confiança de que ele está no meio da comunidade, ressuscitado. Da mesma forma, o jovem missionário de Jesus, depois de vencer o medo, sempre terá a confiança que gerará uma alegria contagiante que não conseguirá reter. Com isso, passamos do medo de perder a liberdade para a confiança de que só n'Ele realmente temos a liberdade. Deus não nos tira nada, só acrescenta.


A Missão

Jesus disse de novo para eles: “A Paz esteja com vocês”. Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês. Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: “Recebam o Espírito Santo”.

A relação de amizade entre o jovem e Jesus deve ser sempre pautada na reciprocidade, pois foi por nós que Ele demonstrou o amor maior e ainda mais: este amor, Ele quis que estivesse sempre conosco, seja na Palavra, na Eucaristia ou no irmão menos favorecido.

Portanto, querida juventude, não tenha medo de abrir o coração para este Deus vivo que sentimos bem forte neste tempo pascal. Para a entrada dele em nosso coração, é necessário um mínimo de disposição em acolhê-lo.

Acolhendo vamos, dia após dia, alimentando esta presença ressuscitada e ressuscitadora. Sabemos em quem colocamos a nossa confiança, e, com certeza, seremos capazes de anunciar aos outros jovens não uma fé de palavras, mas uma fé verdadeiramente vivida e manifestada na solidariedade aos irmãos.


Padre Marcelo Gualberto - secretário nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária


fonte: http://www.jovensconectados.org.br/artigos/jovem-e-a-igreja/1432-jovens-como-o-pai-me-enviou-assim-eu-vos-envio