Então pessoal, como estamos no momento do advento, e algumas pessoas têm dúvidas sobre esse assunto e até mesmo não sabe o que é fiz esse post para dar uma breve explicação, mas sem enrolação vamos lá: ADVENTO significa vinda, chegada, ele é um dos tempos do Ano Litúrgico em que nós esperaramos a Vinda do nosso Salvador. Através do Advento nos preparamos para a chegada de Jesus em dois momentos: Quando ele vier na sua Glória para implantar o Reino definitivamente, e o outro momento é o Natal, seu nascimento. Ou seja é um período de espera e preparação para a Vinda de Jesus.
Para saber mais consulte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/advento/01.htm
Fiquem com Deus!!!
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domingo, 2 de dezembro de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
Castidade: sem ela não se alcança a firmeza
Então, para viver na
castidade hoje, como Deus manda no Sexto Mandamento (Não pecar contra a
castidade), o jovem precisa ter muito amor ao Senhor. Só trocamos um amor por
outro maior, diz o ditado. Só o amor a Jesus Crucificado por nós poderá ser para
o jovem de hoje um forte motivo para ele ser casto e aceitar o que o Papa Bento
XVI tem chamado de “martírio da ridicularização”, diante dos que zombam de nossa
fé.
A gravidade do pecado
da impureza, luxúria, é que com ele se mancha o Corpo de Cristo. “Ora, vós sois
o corpo de Cristo e cada um de sua parte, é um dos seus membros” (I Cor 12,27).
“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo?” (I Cor
6,15). “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o
homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I
Cor 6,18). São Paulo ensina que devemos dar glória a Deus com o nosso corpo: “O
corpo, porém não é para a impureza, mas para o Senhor e o Senhor para o Corpo”
(I Cor 6,20).
Jovem, se você
quer viver a castidade, então, antes de tudo, precisa saber o seu valor; para
isso escrevi um livro "O BRILHO DA CASTIDADE", mostrando toda a sua importância
e beleza. Quanto mais for difícil vivê-la, tanto mais bela e mais importante ela
será. Vejo o jovem casto hoje como aquele lírio branco que nasce no meio da
podridão do lodo. Serão esses jovens que sustentarão a civilização que hoje
desliza para o abismo.
Para haver a castidade nos nossos atos é preciso que antes ela exista em nossos pensamentos e palavras. Jamais será casto aquele que permitir que os seus pensamentos, olhos e ouvidos vagueiem pelo mundo do erotismo. É por não observar esta regra que a maioria pensa ser impossível viver a castidade. Não se iluda. Não brinque com fogo!
Para haver a castidade nos nossos atos é preciso que antes ela exista em nossos pensamentos e palavras. Jamais será casto aquele que permitir que os seus pensamentos, olhos e ouvidos vagueiem pelo mundo do erotismo. É por não observar esta regra que a maioria pensa ser impossível viver a castidade. Não se iluda. Não brinque com fogo!
“A castidade é a virtude que
nos eleva da natureza humana à natureza angélica”, afirmou o santo Padre Pio de
Pietrelcina. Victor Hugo disse que: “A mais forte de todas as forças é o coração
puro”. O Papa Bento XVI, no Campo de Marte, São Paulo, em
11/05/2005, declarou aos jovens: “É preciso dizer 'não' àqueles meios de
comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade
antes do casamento”.
Jesus proclamou no Sermão da
Montanha: “Bem-aventurados os de coração puro porque verão a Deus”. “Para o
homem de coração puro, tudo se transforma em mensagem divina”, disse São João da
Cruz, doutor da Igreja espanhol. Santo Efrém, também doutor da Igreja, ensinava
que a castidade nos faz semelhantes
aos anjos. Enfim, a castidade é uma virtude dos fortes que se
dominam. Paul Claudel disse que “a juventude não foi feita para o prazer, mas
para o desafio”.
O Mahatma Gandhi, libertador
da Índia, que não era católico, afirmou: “A castidade não é uma cultura de
estufa […]. A castidade é uma das maiores disciplinas, sem a qual a mente não
pode alcançar a firmeza necessária. A vida sem castidade me parece vazia e
animalesca. Um homem entregue aos prazeres perde o seu vigor e vive cheio de
medo. A mente daquele que segue as paixões baixas é incapaz de qualquer grande
esforço. Deus não pode ser compreendido por quem não é puro de coração”.
(Toschi Tomás, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo três, SP, 1977, pg.
105s).
Uma vida lutando pela
castidade dá ao jovem o autodomínio sobre as paixões e as más inclinações do
coração e o prepara, com têmpera de aço, para ser um verdadeiro homem, e não um
frangalho humano que se verga ao sabor dos ventos das paixões, da influência da
mídia e dos cantos das sereias deste mundo. Eu entendi que a castidade é o
esteio que sustenta o equilíbrio de um homem. Os homens e mulheres casados traem
seus cônjuges porque não souberam exercitar a força de vontade na luta da
castidade. Um casamento forte
só pode existir quando ambos aprenderam a se dominar no namoro e no
noivado. Mais
importante que dominar uma cidade é dominar-se a si mesmo, diz o livro dos
Provérbios.
Por tudo isso, jovem cristão, não
desanime nem desista de lutar; cada um de nós tem a sua cruz nesta
vida; mas com a graça de Deus é possível carregá-la até onde Ele quer. Tenha uma
vida de “vigilância e oração”, como Jesus mandou; esse é o grande remédio para
não pecar. Não se entregue a maus pensamentos eróticos nem aos filmes, revistas
e coisas do tipo; fuja disso heroicamente. Suplique sempre a graça de Deus.
Consagre-se todos os dias a Nossa Senhora e peça sua ajuda. Participe da Missa e
da comunhão sempre que puder, e se confesse sempre que pecar, para ter forças de
não cair novamente.
Jamais dê ouvidos a quem lhe
disser que “a masturbação não é pecado”, e que o sexo no namoro também não o é;
pois o Catecismo da Igreja Católica afirma a desordem existente nessa prática.
Ainda que você caia, se continuar a lutar, se continuar a dizer "não" ao pecado
no seu coração, levante-se, confesse-se com um sacerdote e continue sua luta e
sua caminhada. Não importam quantas vezes você cai; importa que se levante.
Jesus sabe que você está numa guerra e que numa guerra, às vezes, o soldado pode
cair e ser até baleado, mas nem por isso deve desistir de lutar.
Muitos são os psicólogos não
cristãos, e também outros “orientadores”, e a mídia de modo geral, que induzem o
jovem à masturbação, ao relacionamento sexual no namoro e fora dele, etc. O namoro não existe para que vocês conheçam
os seus corpos, mas sim as suas almas. Alguns querem se permitir um grau de
intimidade “seguro”, isto é, até que o “sinal vermelho seja aceso”; aí está um
grave engano. Quase sempre o sinal vermelho é ultrapassado e, muitas vezes,
acontece o que não deve. Quantas namoradas grávidas…
Um namoro puro só será possível
com a graça de Deus, com a
oração, com a vigilância e, sobretudo quando os dois quiserem se preservar um
para o outro. Será preciso, então, evitar todas as ocasiões que possam facilitar
um relacionamento mais íntimo. O provérbio diz que “a ocasião faz o ladrão”, e
que, “quem brinca com o perigo nele perecerá”. É você quem decide o que
quer.
O jovem casto é hoje a
esperança de Deus e da Igreja para renovar esse mundo apodrecido pelo pecado do
sexo desregrado, que profana a mais sagrada criatura, templo do Espírito Santo.
São Paulo diz que: “de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isto mesmo
colherá” (Gl 6,7); a castidade que o jovem semear na juventude será transformada
em frutos doces na sua futura vida familiar.
Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
sábado, 21 de julho de 2012
A doce experiência de ter fé
Desde de pequeninos somos convidados a ter uma fé forte e inabalável, onde confiamos plenamente na providência divina, tendo a certeza que também devemos fazer a nossa parte, logo, surge um grande questionamento, o que é a FÉ?, e, como adquirir a mesma?.
Segundo a Wikipédia, Fé (do Latim fides, fidelidade e do Grego pistia[1] ) é a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.
No sentido acima, Fé se relaciona com a crença “crer” ou seja, quem crê em algo não dúvida, mesmo que a razão ainda não tenha uma resposta.
Pe. Fábio de Melo, também trouxe uma definição pessoal de Fé, definição que já havíamos abordado em texto anterior, mas que se torna oportuno mencionar. Disse o Pe. Fábio “Fé é você estar em um quarto escuro sem saber o que esta a sua frente mas ter a coragem de caminhar, tendo a certeza de que nada de mal lhe acontecerá, pois Deus estará protegendo o caminho.
Logo, a fé é uma experiência pessoal de crer naquilo que não podemos sentir com os nossos sentidos humanos (tato, olfato, visão, paladar), muito menos alcançar uma explicação com a razão humana.
No livro “Imitação de Cristo” atribuído a Thomas Kemps, mas de autoria desconhecida, o escritor acresce que este entendimento é tão extraordinário que não podemos com nossa capacidade limitada de raciocínio compreender, ou seja, é como se quiséssemos instalar um programa extremamente avançado e um computador de capacidade limitada.
Por este motivo, nós cristãos ou religiosos somos alvos de chacota e ofensas, pois abrimos mão de utilizar a razão daquilo que se “tem” certeza, a exemplo teorias levantadas por cientistas que através de experimentos comprovam determinadas circunstâncias, e, nos lançamos em um mar, que para muitos é apenas um refúgio de fraqueza..
Pois bem, como então adquirir Fé, afinal de contas, não se tem uma teoria definida para esta.
Adianto que Fé não é ciência exata, como a certeza de que 1 + 1 é igual a 2, digo isto porque não necessariamente as experiências de vida que tive podem levar um outro irmão a ter fé. Observemos as diversas conversões existentes na bíblia e na vida do santos, todos eles tiveram momentos especiais que o levaram a crer a em Deus, São Francisco se encontrou com aqueles que ele repudiava “os leprosos” e recebeu uma ordem do próprio Deus de reconstruir a sua Igreja, Maria Madalena foi defendida por Cristo antes de ser apedrejada, Lucas, o evangelista, em relato no livro “Médico de Homens e de Almas” se tornou Médico para impedir que Deus permitisse a morte das outras pessoas, mas em diversas experiências pessoais de vidas, narradas no livro acima, entregou-se nos braços de Deus.
Observamos assim que a experiência de Fé de cada individuo é ÚNICA, pois Deus, como pai amoroso que é, oferece a cada um de nós momento impar para nos apaixonar por ele. Este amor de Deus é tão infinito que ele, como pai amoroso nos conquista a cada dia com singelas maneiras devendo a nós nos entregarmos.
Aqui surge então a maneira de conquistarmos a Fé, qual seja, a entrega. As vezes aproximamos de Deus armados, com inúmeras pedras na mão por que fomos decepcionados em nossas relações diárias. Chegamos com as inúmeras dúvidas que aqueles que não crêem depositaram em nossa consciência, bem como os questionamentos que nós mesmos construímos através de nossas experiências de vida, mas neste momento devemos nos desarmar, devemos nos entregar no colo de Cristo e deixar que ela nos seduza, que ele tome a direção de nossas decisões e caminhos.
Não tem o celebrante a condição de fazer com que você tenha Fé, pois apenas nos oferece instruções para vida, não tem o nosso pai, mãe, irmãos e amigos a capacidade de nos tornamos fervorosos, pois é uma decisão pessoal, é uma experiência própria de você entregue nos braços de Deus.
Por isso, a Fé é tão questionada pelos racionalistas, pois é difícil nos entregar na mão daquele que não alcançamos com os nossos sentidos, mas lanço aqui um questionamento: “Se não encontramos em Deus o porto seguro, a quem devemos socorrer se não temos forças por nós mesmos de vencer algo, nem o outro a condição de nos ajudar?”
Quem não tem Deus, em momento de limitação pessoal e limitação daqueles que ele confiava, não possui ninguém mais para se socorrer e infelizmente está destinado ao desespero, depressão e caos, no entanto aquele que tem Deus, tem um braço forte a que se segurar, tem um manancial de graças tão infinito que independe do tamanho do problema.
Já coloquei inúmeras situações nas mãos de Deus e ele sempre me amparou, e, o que coloquei nas mãos de Deus, a ciência humana não teve condições de me ajudar, pois para ela, apenas doses de comprimidos resolveriam, mas não, apenas Deus resolveu.
Por isso peço que rezem comigo: “Meu querido Deus, hoje encontro-me preso as minhas correntes de questionamentos e desânimos, estou armado pois as experiências de vida me tornaram assim, mas peço que me dê forças para confiar em ti e em ti encontrar o meu porto seguro, entrego-me a ti e abro o meu coração para que reconstrua o meu ser e me torne um sacrário vivo e digno de te receber” – “Pai nosso que estais no céu ...”
A Fé é uma experiência única de nos lançar nos braços de Deus na confiança de, em meio as tribulações, nos encontrarmos em porto seguro, tranqüilo e inabalável que, aqueles que não fizerem esta experiência jamais provaram um pedacinho do céu aqui na terra.
LUISA RIBEIRO FERNANDES MAIA
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Fé dos jovens
Dias atrás estava conversando com um grupo de jovens, quando o animador do grupo me falou: “Brother, por que será que nossos jovens de hoje não têm mais fé?” A pergunta me pegou de surpresa. Fiquei pensando por vários minutos antes de responder. Então lhe disse: na verdade podemos considerar três hipóteses: a) Ou ele nunca teve fé; b) ou manifesta a sua fé à sua maneira c) ou de fato a perdeu. Não levei o assunto mais adiante, pois acredito que isso levaria um bom tempo.
Mas o tema não saiu de minha cabeça. Por isso, a minha reflexão de hoje vai refletir sobre esse tema tão delicado e tão pouco refletido no meio juvenil. Convido você jovem, a refletir comigo e ao mesmo tempo fazer um exame de consciência para que você possa identificar em qual das três hipóteses você se encaixa. Você topa esse desafio? Então vamos nessa!
Os jovens de hoje são como cristais: parecem fortes, mas ao invés são frágeis; duros e maduros, mas às vezes delicados e imaturos; agressivos e corajosos e às vezes fracos e medrosos. Sabemos muito bem que em suas cabeças perpassam muitas dúvidas em relação ao futuro, aos estudos, a família e também a fé não fica de fora. Por mais duro de coração que um jovem aparenta ser, na realidade existe uma ternura muito grande escondida em seu coração.
Diante das mudanças de nossa sociedade o jovem é vitima do encantamento por tudo aquilo que é material, palpável, consumível. Vai em busca de um falso prazer oferecido pela sociedade de consumo e com facilidade troca o abstrato pelo concreto.
É neste “entrevero” que encontramos nossos jovens. Já escutei alguns jovens falarem: “eu tenho fé, mas não vou à missa, pois o padre é muito chato”. Mas afinal de conta, onde o jovem baseia a sua vida cristã? Na figura do padre ou na figura de Jesus Cristo? Entramos então na discussão da hipótese de que o jovem de hoje tem fé, mas vive de maneira diferente. Sua fé, quem sabe, consiste em acreditar num Deus que está ao nosso lado, pronto e disposto a nos ajudar nos momentos de dificuldades. Basta rezar um pai-nosso e Ele vem em nosso auxílio.
Será? Seria mais fácil para um jovem dizer eu não acredito em Deus, ou, eu não tenho fé, simplesmente para justificar o seu comodismo diante do seu compromisso de cristão, assumido pelos padrinhos no seu batismo e depois assumido por ele mesmo na crisma? Ou a falta de fé do jovem não passa de uma forma de não se expor diante de uma sociedade ou de um grupo de amigo que acha isso careta e ultrapassado? A fé, não é só acreditar ou não acreditar. A fé é um compromisso público, que se assumie enquanto cristão e por isso devemos vivê-la e demonstrá-la sem medo de ser feliz.
Quantas vezes, em sala de aula, nosso professor perguntou: quem foi na missa domingo? E ficamos quietos por vergonha ou medo de ser ridicularizado pelos colegas? Se você faz parte de um grupo de jovem, quantas vezes você escondeu isso de seus amigos? Quando alguém fala mal da nossa religião, ou mesmo diz blasfêmias sobre Jesus e Deus o que fazemos? Não temos medo, muitas vezes, de defender nossa fé, nossa religião? Por isso, ter fé é defender as nossas crenças e participar ativamente de tudo o que nos fortalece em nossa crença e nos faz amar cada vez mais a Deus e ao próximo. Ter fé é não ter vergonha de ser cristão. Ter fé é poder dizer a todos que participa de um grupo de jovens. Ter fé é poder dizer que faz atos solidários. Ter fé é dizer que vai à missa ou no culto. Ter fé é amar a todos com igualdade.
Ter fé é ter coragem de defender a nossa religião. Ter fé é acreditar nas palavras de Cristo, nas palavras de Deus, muito mais do que na forma como o padre ou pastor orienta os seus fiéis na hora da celebração. Enfim, ter fé é poder dizer: EU ACREDITO NA VIDA e todos nós sabemos que essa VIDA é DEUS.
Agora, aquela pergunta que alguém me fez um dia eu faço a você, jovem leitor: você já teve fé um dia? Você já teve e a perdeu? Ou você vive e manifesta a sua fé de forma diferente? Como você vive a sua fé? Em que situação você se encontra? Medo ou vergonha de manifestar publicamente a sua fé? O que te impede de vivenciar concretamente a sua fé? O que precisa mudar em sua vida?
Eis a parada deste mês: demonstrar a todos a nossa fé verdadeira. Você está disposto a ser um jovem de fé? Vamos adiante então, sem medo de ser feliz. Cristo conta com você.
"Andá com fé eu vou Que a fé não costuma faiá." (Gilberto Gil)
Autor: Ir. João Batista Pereira
fonte: http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_canal=31&cod_noticia=17063
Mas o tema não saiu de minha cabeça. Por isso, a minha reflexão de hoje vai refletir sobre esse tema tão delicado e tão pouco refletido no meio juvenil. Convido você jovem, a refletir comigo e ao mesmo tempo fazer um exame de consciência para que você possa identificar em qual das três hipóteses você se encaixa. Você topa esse desafio? Então vamos nessa!
Os jovens de hoje são como cristais: parecem fortes, mas ao invés são frágeis; duros e maduros, mas às vezes delicados e imaturos; agressivos e corajosos e às vezes fracos e medrosos. Sabemos muito bem que em suas cabeças perpassam muitas dúvidas em relação ao futuro, aos estudos, a família e também a fé não fica de fora. Por mais duro de coração que um jovem aparenta ser, na realidade existe uma ternura muito grande escondida em seu coração.
Diante das mudanças de nossa sociedade o jovem é vitima do encantamento por tudo aquilo que é material, palpável, consumível. Vai em busca de um falso prazer oferecido pela sociedade de consumo e com facilidade troca o abstrato pelo concreto.
É neste “entrevero” que encontramos nossos jovens. Já escutei alguns jovens falarem: “eu tenho fé, mas não vou à missa, pois o padre é muito chato”. Mas afinal de conta, onde o jovem baseia a sua vida cristã? Na figura do padre ou na figura de Jesus Cristo? Entramos então na discussão da hipótese de que o jovem de hoje tem fé, mas vive de maneira diferente. Sua fé, quem sabe, consiste em acreditar num Deus que está ao nosso lado, pronto e disposto a nos ajudar nos momentos de dificuldades. Basta rezar um pai-nosso e Ele vem em nosso auxílio.
Será? Seria mais fácil para um jovem dizer eu não acredito em Deus, ou, eu não tenho fé, simplesmente para justificar o seu comodismo diante do seu compromisso de cristão, assumido pelos padrinhos no seu batismo e depois assumido por ele mesmo na crisma? Ou a falta de fé do jovem não passa de uma forma de não se expor diante de uma sociedade ou de um grupo de amigo que acha isso careta e ultrapassado? A fé, não é só acreditar ou não acreditar. A fé é um compromisso público, que se assumie enquanto cristão e por isso devemos vivê-la e demonstrá-la sem medo de ser feliz.
Quantas vezes, em sala de aula, nosso professor perguntou: quem foi na missa domingo? E ficamos quietos por vergonha ou medo de ser ridicularizado pelos colegas? Se você faz parte de um grupo de jovem, quantas vezes você escondeu isso de seus amigos? Quando alguém fala mal da nossa religião, ou mesmo diz blasfêmias sobre Jesus e Deus o que fazemos? Não temos medo, muitas vezes, de defender nossa fé, nossa religião? Por isso, ter fé é defender as nossas crenças e participar ativamente de tudo o que nos fortalece em nossa crença e nos faz amar cada vez mais a Deus e ao próximo. Ter fé é não ter vergonha de ser cristão. Ter fé é poder dizer a todos que participa de um grupo de jovens. Ter fé é poder dizer que faz atos solidários. Ter fé é dizer que vai à missa ou no culto. Ter fé é amar a todos com igualdade.
Ter fé é ter coragem de defender a nossa religião. Ter fé é acreditar nas palavras de Cristo, nas palavras de Deus, muito mais do que na forma como o padre ou pastor orienta os seus fiéis na hora da celebração. Enfim, ter fé é poder dizer: EU ACREDITO NA VIDA e todos nós sabemos que essa VIDA é DEUS.
Agora, aquela pergunta que alguém me fez um dia eu faço a você, jovem leitor: você já teve fé um dia? Você já teve e a perdeu? Ou você vive e manifesta a sua fé de forma diferente? Como você vive a sua fé? Em que situação você se encontra? Medo ou vergonha de manifestar publicamente a sua fé? O que te impede de vivenciar concretamente a sua fé? O que precisa mudar em sua vida?
Eis a parada deste mês: demonstrar a todos a nossa fé verdadeira. Você está disposto a ser um jovem de fé? Vamos adiante então, sem medo de ser feliz. Cristo conta com você.
"Andá com fé eu vou Que a fé não costuma faiá." (Gilberto Gil)
Autor: Ir. João Batista Pereira
fonte: http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_canal=31&cod_noticia=17063
terça-feira, 19 de junho de 2012
O que é o Terço? Como rezá-Lo? Por que rezá-Lo?
Rezar o terço é uma forma de
orar a Deus. Sabemos que Maria intercedeu junto à Jesus pelos noivos na Boda de
Caná e apesar de Jesus Ter respondido “Mulher, ainda não chegou minha hora”,
Maria insistiu e obteve de seu filho o primeiro milagre.
Podemos pedir durante
as orações que Maria interceda junto a Jesus por nós, por um doente,
necessitado...
O Terço é a terça
parte do Rosário, que contém 150 Aves Maria. A cada dezena contemplamos um
“Mistério”, uma passagem da vida de Jesus ou de Maria. O que é contemplar? –
Significa ver com o coração, imaginar e amar o gesto e seu significado. Quando
contemplamos o Anjo anunciando à Maria que Ela daria a luz a um Filho,
imaginamos o quanto significou aquele “SIM”, o que o povo iria dizer, o que José
iria pensar. Passamos, então, a pensar quantas vezes dizemos NÃO a Deus.
Para iniciarmos o
terço rezamos o Credo, que significa que nós acreditamos em Deus, em Jesus, no
Espírito Santo, na Igreja Católica, nos Santos, na vida eterna.
Depois, oramos um Pai
Nosso e três Aves Marias, sendo a primeira em louvor ao Pai, a segunda
ao Filho e a terceira ao Espírito Santo.
Oferecemos as orações
que iremos começar e a partir daí iniciamos um a um os mistérios. Para cada um
deles rezamos um Pai Nosso, dez Aves Marias e um Glória.
Ficou-se estipulado
que todo o mundo estaria contemplando os mesmos mistérios todos os dias, assim,
nas segundas e quartas contemplamos os Mistérios Gozosos, terças e sextas, os
Mistérios Dolorosos. E nas quintas, sábados e domingos contemplamos os Mistérios
Gloriosos.
No final reza-se uma
Salve Rainha. O terço é uma oração bíblica: o Pai-nosso é a oração que Jesus nos
ensinou. A Ave-Maria foi ensinada por Deus pelo anjo Gabriel e pelo Espírito
Santo através da boca de Isabel.
No terço contemplamos
e meditamos os momentos mais importantes da vida de Jesus: Nos mistérios da
alegria, passeie por Belém e Nazaré.
Participe da vida de
Jesus, Maria e José. Aproveite para rezar pelas pessoas da sua família. Agradeça
as alegrias que você está vivendo.
Ao rezar os mistérios
da dor, siga os passos de Jesus até a cruz. Lembre as pessoas que estão
sofrendo. Reze pelos doentes que você conhece. Coloque diante de Deus aquela
pessoa que está passando por dificuldades. E, é claro, você também deve ter suas
dores, desafios, sofrimentos... coloque-se em união com o Cristo, que teve
coragem de dar a vida por amor.
Finalmente, você
rezará os mistérios da esperança. Junto com Jesus e Maria, você irá sonhar o
sonho de Deus: a vida venceu! Olhe para esta luz e acredite que você está
caminhando para lá. A vida eterna é a grande notícia que Cristo nos deixou. Ao
rezar-mos o terço com fé, esperança e amor, vivemos o céu por
antecipação.
fonte: http://grupobase.tripod.com/formac/oterco.htm
domingo, 11 de março de 2012
Por que cantar e tocar na Santa Missa?
"O nosso canto só se fundamenta em Deus. E onde nós vivemos a maior beleza de Deus? É na Santa Missa; animar uma liturgia é viver o mistério da salvação. Nós não temos dimensão de como somos importantes dentro da ação litúrgica. Você já percebeu que nos momentos de festas, nos momentos mais importantes, como na Páscoa, no Natal, o Evangelho e as orações são cantadas? Ou seja, a celebração para aquele momento litúrgico requer algo mais sublime. E o que pode vir de mais sublime é a música".
fonte:http://musica.cancaonova.com/
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